Fotos de fetos de 1 mes abortados

Date: 15.10.2018, 04:01 / Views: 41342


Se pretende expressar sua historia pessoal, por favor envie-nos um , iremos sempre manter o anonimato se assim o desejar.Estas historias, publicadas com consentimento, mostram que uma mulher nem sempre está informada adequadamente, e que o aborto não é uma solução. Algumas delas pediram para permanecer anônimas.2005

Eu tenho 26 anos namoro a6 anos, no começo de outubro desconfiei que estava grávida, confirmado fiz oexame de sangue positivo, eu trabalho meu namorado também, mas não temoscondições de ter filho agora porque nos não temos nada, no dia 01/10/2005compramos o tal do citotec, tive que ficar de jejum durante 12 horas, tomei 4coloquei 2, mas não abortei nem dores fortes não sentir, ai descobrimos que oremédio era falsificado, não contentamos compramos outros do cara que vendiada Bolívia, só que esse eu não fiquei do jejum tomei 2 coloquei 2, tomei erasete horas da noite,quando foi oito horas da manhã fui ao banheiro ao limparveio umas borra igual de café escura mais sem dor sem cólica ficou só descendopouca borra mais nada de sangrar e nem de dor,quando foi a noite eu fui tomarbanho desceu pedaço igual fígado de boi, ai achei que tinha abortado, compassar do tempo minha barriga começou a crescer ai resolvi procurar um medicofoi quando ele me pediu exame de sangue deu positivo, contei para o medico quetomei esse remédio foi ai que ele resolveu fazer uma ultra-som, foi quando vio coração do meu bebe batendo forte, eu não sabia se ficava feliz ou tristeporque eu poderia ter prejudicado meu bebe, mas o medico me disse que meu bebepode nascer perfeito, agora estou de 2 meses fazendo pré natal certinho epedindo a Deus e a minha nossa senhora da aparecida para que meu filho nasceperfeito se tiver que prejudicar alguém que seja eu, infelizmente eu visiteiesse site tarde demais pois já tinha tomado. Diga não ao aborto confie em Deusele tudo.

Recebida em 07/11/05

Meu nome é Jacqueline,tenho 21 anos de idade, vivo no Brasil já a 2 anos com a minha irmã, e souestudante universitária.

Vou compartilhar a minhahistoria com vocês quem sabe ajudara alguém que se encontra na mesma situaçãoque eu.

Bem em 2004 eu já estava a2 anos e meio com o meio ex namorado. A gente sempre teve um namoro adistancia, só nos víamos nas férias. Em dezembro de 2004 fomos passar fériasno nosso pais como de costume a gente fazer, entre nos tava tudo indo muitobem. Em janeiro de 2005 ele voltou para o pais onde estuda e eu ainda fiqueiuns dias no meu pais. Nesse tempo em que eu fiquei por lá, que foram 8 dias amais depois da partida dele, comecei a sentir-me mal. Falei para as minhasamigas, assim compramos o teste de farmácia e deu positivo, fiz o testedurante 2 dias, pois ainda estava com esperança de não ser verdade, mas mesmoassim o resultado não mudou POSITIVO.

Estava com muito medo decontar ao meu namorado (na altura), mas mesmo assim liguei para ele e pedipara a minha amiga falar com ele. No momento não sei qual foi à reação dele,mas sei que ele ficou tão assustado quanto eu fiquei. Ele nem me perguntou oque eu queira, na verdade eu estava com muito medo, foi ai que falou noaborto. Em nenhum momento pensei na criança que estava dentro de mim, fuiprocurando me informar onde eu podia fazer o aborto (no meu pais não éilegal), mas eu não encontrava, foi ai que um amigo nosso falou do talcitoteck, disse que era a coisa mais rápida já que em ia viajar em 2 dias. Eununca tinha ouvido falar de tal citoteck e perguntei para a minha amiga e elafoi logo contra, me explicou as complicações que podia me causar. Liguei parao meu namorado e falei o que achava, e disse para ele que se tivesse que tirartinha que ser no médico. Mas ele não concordou muito e todas as horas eu mesentia pressionada por ele.

Minhas ferias acabaram etive que voltar para o Brasil. Procurei meu ginecologista e ele me falou decara que não fazia aborto e também não conhecia ninguém que fizesse. Foi aique tudo comecei a perder o chão. Eu sentia-me perdida e sozinha, andava pelarua feita uma louca procurando alguém que pudesse me ajudar. Não agüentavamais fiquei muito deprimida e fui conversar com uma professora da faculdade eela de primeira me falou para não tirar o bebe que ia me ajudar a arranjaremprego, mas a pressão do meu namorado era tanta que não sabia mais o quefazer. Quando ligasse para ele para desabafar ele brigava comigo e assim foiate que eu descobri uma cidade que tinha um medico que fazia.

Eu sentia muito medo, sóchorava. A primeira vez que o medico tentou fazer o aborto eu comecei logo agritar e com isso ele não conseguiu fazer nada. Fui para casa rezei, pediperdão, pedi uma luz para Deus, mas ai meu namorado ligou e falou para tercoragem. Então dia seguinte fui e fiz o aborto. Matei alguém inocente, alguémque não tem culpa de nada. Mas por medo, por me sentir perdida e sozinha fiz.Sei que isso não justifica o que fiz, mas peço perdão a Deus por tudo que fize que pudesse um dia me conceder o desejo de ser mãe. Depois de 2 dias meunamorado terminou comigo, acho que na verdade ele já queria terminar só nãofez com medo que eu não fizesse o aborto. Fiquei tão deprimida, eu imploravapara ele não me deixar porque ainda precisava dele, mas simplesmente ele medeixou e sempre que eu ligasse para ele, ele pisava em mim. Demorou para euultrapassar tudo sozinha, mas Deus abandona seus filhos por mais desumanos quesejemos.

Depois de 5 meses meu exnamorado pediu para voltar e eu como ainda gostava dele, voltei. Me pediudesculpas e disse que nunca mais ia fazer o que fez comigo. Nas férias dejulho que tive na faculdade fui ver ele, as coisas estão + ou - mas depois agente superou.

Em agosto para o Brasil eas coisas entre nos estavam indo bem. Mas em setembro as coisas entre nos sóiam de mal a pior e comecei a me preocupar porque a minha menstruação estavaatrasada de 8 dias. Fui ao medico ele também não soube dizer o que eu tinha.Fiz o teste da farmácia e deu Positivo, mas mesmo assim fui fazer o teste desangue e também deu positivo. Liguei e falei para ele (o meu namorado daprimeira gravidez), como eu já esperava a reação dele foi a das piores, disseque o filho não era dele, que eu planejei, sou isso e aquilo, disse tudo queum homem pode dizer a uma mulher.

Hoje dia 27/10/2005 estougrávida desse homem que a primeira vez não soube se comportar como homem eagora ele repeti a mesma coisa. Só que dessa vez eu estou forte, não tenhomedo das coisas que tem falado para mim. Depois ele viu que eu não sou maisaquela menina-moça que sempre fez o que ele quis. Ele disse para eu abortar,alias não sou ele como minha família também.

Mas eu não vou fazer o queeles acham que é certo fazer, fazerei o que meu coração mandar e acredito quese ate agora com 2 meses eu consegui enfrentar o que ate agora veio acreditocom ajuda de deus que não me tem abandonado que conseguirei. Não me importo deter que largar os estudos, mas também não vou cometer o mesmo erro duas vezes.

Sei que essas pessoas quehoje pedem para eu abortar não sabem a dor de tirar um inocente e depois searrepender. Se Deus quis que eu em menos de um ano tivesse outro filho, fareio que ele quer. Mas não irei a medico nenhum.

Espero que todas as moçasque peçam que tendo um filho perderam tudo, o sonho de se formarem, o sonho deserem alguém na vida. Pois digo, eu ainda não tive meu filho, mas farei o quetiver ao meu alcance para que ele nasça feliz mesmo que o pai não o queira eletem a mim. Sei que no começo será difícil, mas acredito que foi difícil paratodo mundo ate mesmo para as nossas mães, porque ter um filho é uma mudança emnossa vide, é um privilégio que nem toda mulher tem o prazer de sentir ou ter.Pensem antes de fazer esse erro, eu já cometi e deus me deu de novo esseprivilegio de ser mãe. MEU FILHO ME DARA FORÇAS PARA VENCER NA VIDA.

UM FILHO É UMA BENÇA. E NÃOPRECISAMOS ESTAR PREPARADAS PARA SER MÃES, PORQUE ACREDITO QUE NOSSOS PAIS NAOFIZERAM NENHUM CURSO PARA NOS TER e prova disso estamos aqui hoje gerandooutros seres.Digamnão ao aborto. Quem quiser falar comigo meu e-mail é

Recebida em 27/10/05

Vou ficarno anonimato, mas vou contar a minha história par vocês:

Quandofaltavam 2 meses para que eu completasse 16 anos comecei a namorar com o meuatual namorado, foi uma ralação que começou com muitas turbulências, apesar detudo resolvi me entregar a ele, até antes de conhecê-lo pretendia casarvirgem, mas acabei mudando de idéia. Um ano de namoro depois, minhamenstruação que era toda correta atrasou e então resolvemos fazer o teste degravidez, fomos juntos fazer o exame bem cedo, pois estudávamos juntos, oresultado sairia ao meio dia; na hora marcada fomos receber o resultado e deupositivo, na hora fiquei louca sem saber o que pensar e fazer, ele muitoalegre beijava a minha barriga, fui para casa e só pensava.

Algunsdias depois resolvi juntamente com ele que eu deveria abortar e então fuifazer, na hora chorava muito, afinal se tratava do meu filho, mas fui até ofinal, depois do aborto, engravidei mais 4 vezes e também abortei, totalizando5 abortos.

Após muitairresponsabilidade resolvi tomar anticoncepcional e desde então não engravideimais.

Souestudante de direito e resolvi fazer a minha monografia sobre o aborto deinício ia ser a favor do aborto, mas após algumas pesquisas resolvi sercontra.

Hoje 5anos depois das barbaridades que cometi é que estou vendo o tamanho do meupecado, e isso só me aconteceu porque pesquiso sobre o assunto dia e noite.

Quando livários depoimentos é que senti de fato a dor de perder um filho, só agorasoube o tanto que fui e sou covarde, só agora estou de fato sofrendo, nemmesmo sei se conseguirei ir até o final da minha monografia, pois a lembrançado que fiz está me causando muita dor.

Peçoperdão a Deus e aos meus filhos mortos, logo eu que adoro criança e que veneroser mãe, não fui mulher suficiente para ter os meus filhos, esperosinceramente que Deus não me castigue e permita que um dia eu possa ser mãe.

Espero quea minha dor e o meu sofrimento sirvam para salvar a vida de inocentes.

Mulheres,se Deus lhes deu essa graça não a joguem fora, agarrem com todas as suasforças, não cometam o erro que cometi, pois hoje estou pagando muito caro porisso.

Pago commuitas marcas na alma e no coração, sofro muito e sei que nada disso chega aospés do sofrimento que fiz os meus filhos passarem, de fato preciso sofrer parapoder aprender que a vida é um dom divino e que eu desperdicei.

Digam nãoao aborto em qualquer situação que seja, nada é mais importante que gerar umavida. Obrigada e pensem nisso quem quiser conversar o meu e-mail é

Recebida em 22/10/05

Gostaria que muitas mulheres que se encontram no momentocomo "mães" lessem minha história sobre o aborto.

Minha menstruação sempre atrasava ou vinha dias antes. EmJunho de 2004 viajei para a praia no feriado de Corpus Christie em 09/06.Achei que estava com a barriga meio inchada por comer bastante, mas não sentiaabsolutamente nada, minha menstruação já estava atrasada 1 mês e meio e comoatrasava sempre, continuei minha vida normalmente.

Moro com meu parceiro e percebi que em Julho minhamenstruação também não veio, pois, costumava vir dia 17. Fiz um teste defarmácia e deu negativo, pra mim foi um alívio. Bom, chegou o começo de Agostoe eu não tinha barriga, não sentia nada e já estava com praticamente 3 mesessem saber. Coloquei uma calça cintura baixa num sábado e fui ao shopping.Quando foi na próxima quarta feira fui colocar a mesma calça e percebi queestava meio apertada, ou seja, de repente, a barriga começou a dar um sinalainda que meio despercebido. Eu não sentia enjôos, indisposição, nem vontades,ou seja, absolutamente nada. Tinha em minha consciência que estava grávida,mas algo no fundo dizia que não, afinal não era a hora. Fiz outro teste defarmácia e nada. Achei estranho e no final de Agosto fiz um exame de sangue edeu positivo, daí começava a apertar o bico do peito pra ver se saia aquela"aguinha" que dizem que quando a mulher engravida, sai uma secreção erealmente saiu, daí me desesperei totalmente. Só chorava, não dormia e nãocomia direito, resolvi fazer exercícios físicos fortes e colocar aqueleaparelho de choquinho no abdômen chamado Eliseebelt, aquele famoso da época daFeiticeira. Bom, utilizei o aparelho por uns 10 dias em ritmo forte, não sentidores, mas quando tirava, sentia que algo se mexia dentro de mim. Comeceidesesperadamente a buscar na Web depoimentos, médicos ou soluções abortivas.Vi depoimentos de quem fez abortos, fotos horríveis, li sobre o Cytotec eArthrotec, sobre o RU 486 e fiquei ciente de tudo. Entrei em contato com umsenhor que vendia Cytotec e eu já estava com 4 meses. Morri de medo de sentirremorso, de não dormir e de ver um ser saindo de mim e sendo jogado, masestava decidida a fazer a interrupção. Este senhor que tinha o remédio megarantiu que daria certo mesmo com 4 meses, mas eu já havia me informado quepassado 9 semanas, a hemorragia seria intensa e se eu chegasse seja emHospital público ou não e eles descobrissem que havia vestígios do remédio navagina, eu podia ser lesada e até presa, afinal, eu sabia que tinha que tomar2 e colocar no na vagina pra fazer efeito, porque somente tomar via oral nãodaria certo. Mas pensei: este remédio só dá contrações fortes, se o fetoestiver bem formado, pode não ser expelido e sim ficar com seqüelas graves.

Pesquisei mais na Web e ao entrar neste site sobre Abortovi que minha decisão era a forma mais cruel, desumana, incurável, inaceitávele indiscutível do mundo. Ao ler a carta do bebê à sua mãe no momento doaborto, do qual ele está falando que a ama e de repente alguém com coragem osuga de dentro do ventre, me senti um lixo sem paradigma. Pensei na vida, noquanto eu queria ter um filho, não naquele momento, mas queria ser mãe um diae decidi que tudo o que pensei, sofri, merecia um castigo maior, em dobro eque aquela barriguinha linda que eu carregava era um fruto do amor, eu já oamava e não queria aceitar, o que era ridículo. Tinha vergonha de mostrarminha barriga. Meu parceiro também achava que não era a hora de ter filhos,falei pra ele do remédio e no início achamos que poderíamos tentarinterromper, mas ele olhou pra mim num momento tão difícil e disse: "Se vocêtiver complicações e não puder mais ter filhos, como será nossa vida? Eu queroser pai! Não importa a hora, se veio agora é porque Deus nos deu este presentetão lindo, vamos aceitar!" Daí pra frente, ele começou a falar pra mãe dele,pra irmã, pros amigos e eu morria de vergonha de ninguém aceitar, horas queboba era eu! Afinal, quem tinha que aceitar era eu e mais ninguém! Todosgostaram da notícia, o que meu encorajou muito mais, comecei a usar batas esentir orgulho da barriga e resava toda noite para meu filho estar bem,afinal, era um menino. Fui para Aparecida do Norte em Outubro, rezei pelosmeus pecados, pedi perdão pelos meus pensamentos. Depois, quando voltei pracasa, ganhei muitos presentes, resolvi fazer um chá de bebê em Novembro,fizemos churrasco, ganhei mais presentes e fiquei toda pintada de tinta,batom, com cabelo duro de gel e dancei até a música da boquinha da garrafa.Fiquei muito feliz em demonstrar que era mãe, todos me achavam bonita debarriga e fui ficando cada vez melhor e feliz. Em Janeiro de 2005 nasceu meufilho, lindo maravilhoso, nasceu uma vida que veio me fazer feliz, que choropor ter pensado em não tê-lo comigo, e fico imaginando na dor de uma mãequando perde seu filho por várias razões, seja de assassinato, de doença.Penso que não suportaria perdê-lo e ficar longe dele, pois, ele veio com muitoamor. Lembro no Hospital meu marido assistindo ao parto chorando defelicidade, e dizendo pra mim: "Olha amor, que lindo, ele é cabeludinho!" equando olhei pra ele, ele estava de olhos abertos, parecia me olhar.... Merecordo da primeira mamada, eu deitada na maca e a enfermeira com eleembrulhadinho colocando ele juntinho de mim, no meu peito e ele sugando oleite olhando pra mim...

EU AMO MEU FILHO muito mais do que a mim mesma que cometitantos pensamentos ruins. Um filho é vida, é tudo, é uma vida de alegrias paraos pais.

E DEIXO AQUI UM RECADO:

Para as mães que não tem apoio ou condições, tenham estefilho! É a maior alegria do mundo, não existe coisa mais linda! Se o pai forcontra, tenha sozinha! Existem muitos homens irresponsáveis que abandonammulheres, que espancam mulheres e que no fundo são uns covardes, pois, elesnão sentem a dor do parto, que acho que é a maior dor do mundo! E só nósmulheres encaramos tudo com solidez! Deveria existir neste Brasil uma Lei quecolocasse atrás das grades PAIS que fazem o filho e não assumem, assim comocolocam as MULHERES que não querem ou abortam, afinal de contas, o pai nãoquerendo, é um meio de interromper a vida do filho! Hoje vejo que meupensamento sobre Aborto é diferente. Não abortei, pensei muito, pequei muito.Defendo a punição pra quem realiza o aborto, afinal é vida que se tira, éassassinato SIM! Uma pessoa capaz de fazer um aborto pode ser capaz de matarna esquina... Acham exagero? Não é! É o mesmo pra quem não gosta de animais eos chuta ou os detestam, ou mesmo matam animais. Estes tem o poder do pecado edevem rezar muito para pedir perdão.

EU AMO MEU FILHO, AMO A VIDA!

MULHERES MÃES SEJAM FORTES!

AMEM A VIDA!

BEIJOS A TODOS QUE LERAM A MINHA MENSAGEM.

Luana - SP.

Recebida em 17/10/05

Meu nome é MariaCristina Esteves de Sá, tenho 50 anos, sou carioca, resido em São Paulo há 27anos, sou empresária e a minha historia sobre o aborto começa quando eu tinha apenas 19 anos, nessa ocasião residia no Rio de Janeiro. Eu conheci um rapazpor quem me apaixonei desesperadamente e ele por mim. Eu era de uma famíliahumilde e católica, e ele de uma família rica e judeu. A família dele nãoapoiava a nossa relação, tanto pelo aspecto econômico social quanto peloaspecto religioso, assim sendo, arquitetaram mudar do Rio de Janeiro parauma outra cidade, a fim de nos manter afastados e dar fim a nossa relação. Eleo meu namorado, assustado e desesperado com a atitude dos seus pais, decideque o melhor para nós era o casamento. Apaixonados e ao mesmo tempodesesperados, e sem saber ao certo por onde devíamos iniciar essa nossa união,foi então no inicio de Fevereiro de 1975 que mantivemos uma relação sexualsem prevenção e o eminente aconteceu engravidei do meu namorado. Felizes com anossa condição de grávidos, começamos a procurar um apartamento para alugarmose vivermos felizes para sempre. A nossa felicidade era visível a olhos nus.Até que um dia quando estava com 2 meses de gravidez, fui surpreendida pelaminha mãe que me chamou até seu quarto e disse as seguintes palavras: ' O seunamorado telefonou e disse que não quer mais saber de você' . Eu estranhei etentei falar com ele mais foi em vão, e foi a partir desse momento que passeia ficar frente a frente com o meu sofrimento. Ele havia sumido no ar, e suafamília tratou de providenciar o meu aborto. Na ocasião eles me procuraram,disseram que sabiam da minha gravidez, e fragilizada com toda a situação e semapoio familiar conduziram-me a uma clinica e realizaram o aborto. No diaseguinte, eu estava tal qual um zumbi, e assim fiquei por algum tempo. Aos 23anos casei com um outro rapaz e fui residir com meu marido em Santos - SãoPaulo onde morei por 7 anos, ao completar 25 anos, no auge da minha juventudeadoeci gravemente. A minha doença durou 5 anos, até onde sei apenas 5% daspessoas que contraem essa doença conseguem sair com vida, é uma doençaque quase sempre resulta em suicídio. O que tive foi um distúrbio psíquicoemocional proveniente do aborto que fiz. Foram 5 anos de sofrimento contínuos,não tinha nenhum controle das funções neurofisiológicas, dentre outrasseguidas de angustia, depressão e alucinações que consome o ser humanoresultando na maioria dos casos em morte. O psiquiatra que me assistia naépoca afirmava durante as sessões de terapia que o meu caso era difícil detratar porque não tinha retaguarda familiar, ou seja, todos a minha voltaignoravam a minha enfermidade porque a mesma não se refletia em chagas em meucorpo, ou seja, a minha doença estava instalada no meu psíquico na alma, naminha historia de vida, que eram absolutamente invisíveis aos olhos doshomens. O que me sustentava um pouco de pé na época era de fato, as rarasoportunidades de ver o meu sobrinho André filho de minha irmã Rose, pois ainda lembro que se eu não tivesse abortado o meu filho, a diferença de idadedeles era de apenas 1 mês. O André faz aniversário dia 04.10, e se meu filhotivesse vivo no dia 03.11. Toda vez que via o André abraçava-o com profundo amor e fantasiavaque ele era o meu filho. Aos 27 anos de idade peço de joelhos a meu marido,que na época não queria ter filhos, procurava sempre evitar, pois era avesso acrianças, pedia aos prantos, que permitisse que mantivéssemos relação sempreservativo, pois precisava ser mãe a qualquer custo, e mantinha esperançaque se tivesse um filho ficaria boa da doença que já me atormentava por 2 anosconsecutivos sem qualquer progresso. Ele concorda, e então logo engravido.Para minha surpresa o médico afirma através do ultra-som que a minha gravidezera gemelar, ou seja, que eu tinha 2 bebes em meu ventre, e o laudo que guardoaté hoje diz o seguinte: GRAVIDEZ GEMELAR, AMBOS OS FETOS COM BATIMENTOSCARDÍACOS. Apesar da doença, este dia teve um grande significado para mim,suportaria a minha dor alimentando de esperança a minha alma que um diaalcançaria a cura, o psiquiatra que cuidava de mim afirmava que seriapossível, era uma questão de tempo e paciência. Preparava o enxoval comorgulho para os gêmeos, escrevia cartas para minha mãe falando dos gêmeos,cartas essas guardadas ate hoje, outubro de 2005. Em fase a medicação forteque tomava na época para manter-me a um nível mínimo de socialização, um dosfetos não resiste, e para de se desenvolver em meu útero, ou seja, morre, e omeu organismo acaba absorvendo-o durante toda a gestação do outro gêmeo.Quando sou informada desse fato pelo ginecologista, o que era ruim em meumundo psíquico acaba ficando pior ainda, ou seja, o meu quadro se agrava, edeixo de sentir que ainda estou grávida, porque fico totalmente alheia a minhacondição de grávida, e passo a agir como um zumbi. Finalmente no dia 09 de junho de 1982 às 16:10hrs nasce a minha filha a Agnes, no hospital Ana Costa em Santos,absolutamente perfeita e sadia, eu peço pelo outro bebe, mas o médico explicaque não há outro, que havia apenas a Agnes. Passo a cuidar da Agnes como umaboa mãe, ainda que, terrivelmente doente, cheia de limitações. Passado o tempoda amamentação e vendo que a Agnes já tinha alguma defesa, penso e planejo omeu suicídio, porque já não suportava mais sofrer tanto, afinal eram quase 3anos e meio de insanidade mental. Então, sem saber como e quando ficográvida do meu filho Eric que veio como uma benção para que não me matasse,meses após o seu nascimento fico sem os sintomas da doença, porém carrego atéhoje a dor do aborto que fui induzida a fazer. Muitas coisas aconteceram emminha vida, desde então, passei a ser uma mulher forte, corajosa, comobjetivos e de muita determinação. O meu desejo maior era ser rica, pois avida havia me discriminado por ser pobre, e torno-me uma mulher rica a custasdo meu trabalho, e hoje afirmo com convicção que muito melhor do que terdinheiro é ter riqueza de caráter, muito melhor do que ter uma religião é terfé. Coincidência ou não, a Minha filha Agnes a que era gêmea, quando completa 18 anos encontra o seu primeiro namorado Rafael, que nasceu também no dia 09.06.1982 às 16:30 horas,assim como ela, a diferença entre os dois é de apenas alguns poucos minutos. AAgnes engravida de Rafael aos 19 anos exatamente como eu no passado, emfevereiro de 2002, minha neta Gabriela nasce no dia 03.11.2002, ou seja, nomesmo dia em que meu filho abortado teria nascido, só que passados 27 anos. Adiferença é que a Agnes é filha de uma mulher de posses e o Rafael de umamulher humilde. Acredite você ou não por ordem Divina, ou por misericórdiaDivina eu tenho hoje comigo através da Gabriela, minha neta, o meu filhoabortado, e o Rafael marido de minha filha um dos meus gêmeos que perdidurante a gravidez gemelar por conta da minha insanidade mental, que para mimnão é tão somente meu genro, mais meu filho. Mais a história não acaba aqui,aos 38 anos perco um bebe com 4 meses de gestação provocado por uma descargaelétrica, e Deus me disse: Já devolvi seus 2 filhos o do aborto provocado e doaborto espontâneo, caso queira de volta este último que perdeu aos 38 anos,ajude mulheres a não perderem os delas como você perdeu o seu no passado. Porisso faço palestras sobre VIDA SIM ABORTO NÃO em escolas, faculdades,empresas, em condomínios, na condição de voluntária em defesa da vida. Casodesejar posso fazer uma palestra onde você me chamar. Salvar uma vida é umverdadeiro êxtase, e me deixa em conexão direta com o Divino, quem mais desejao fim do aborto.

Caso desejar apresentodocumentos que comprovam a veracidade de meu depoimento, é só mandar e-mailpara ou me telefonar 11-5521-1388 11-9288-5267 Cristina

Recebida em 16/10/05

Oi, ha algum tempo atrás deixei meu depoimento no siteneste dia estava triste, pois já havia feito muita coisa contra o meu pequeno.Agora vou contar o que aconteceu comigo depois de ter tomado 16 comprimidos decitotec e de não ter abortado. Eu contra tudo e contra todos decidir ter meufilho já estava com 3 meses ia para faculdade com a minha barriga já com 5meses enorme toda feliz orgulhosa do meu filho conversava com ele e pedia tododia perdão a ele a partir dai meu namorado já havia aceitado o filho então noscasamos apesar do remorso e da magoa que sentia por ele mais achava que eramelhor para o meu filho ser criado com pai e a mãe juntos, então quando fiz 6meses exatamente estava dormindo quando de repente senti uma água saindo demim achei de principio que fosse urina então acordei e fui ao banheiro maisfiquei preocupada depois de 30 minutos o liquido desceu de novo em grandequantidade fiquei desesperada me levantei meu namorado tinha ido viajar parafazer um curso e só estava com minha sogra fui ao quarto dela e gritei dizendoque precisava ir ao hospital enquanto ela estava trocando de roupa fui aobanheiro novamente e estava sangrando mais não sentia dor alguma quandocheguei ao hospital ligaram para o meu Medico era umas 3 da manha e ele mandoucolocar um soro junto com remédio chamado bricanil nunca vou esquecer desseremédio bendito remédio pois fui fazer a ultra sonografia e eu tinha perdidotodo o liquido amniótico não restava nada meu medico dizia que eu iria entrarem trabalho de parto a qualquer momento que o Maximo que uma pessoa agüentoude bolsa rompida foi 21 dias e que e que infelizmente meu filho era muitopequeno e não iria sobreviver tinha apenas 23 semanas iniciando o ciclo dos 6meses. Naquele momento só pensava que aquilo era um castigo de DEUS, mais quenada, Deus me ajudou e como um milagre de Deus, pois nem a medicina haviavisto isso antes fiquei 2 meses internada sem poder me levantar da cama paranada sentindo contrações e lutando para ele não nascer tão prematuro asparteiras iam em 2 e 2 horas escutar o coração dele pois nenhum bebe tbagüentava ficar sem proteção do liquido e ele poderia ter um ataque cardíaco emorrer na barriga foi uma situação muito difícil mais meu filho agüentou e com31 semanas ele nasceu por que tive muita febre tava ficando com infecção vocêsnão sabem o que é ter que ficar com 2 soros no braço na mão ate no pulso nãotinha mais lugar para colocar o soro com o remédio para segurar era furadatodo dia mais meu filho nasceu bem com menos de 2 kilos ficou internado na utimais se recuperou logo. A melhor parte hoje ele estar com 4 meses e é tãogordo e saudável. Ele é minha vida minha razão de viver sem ele sou um nada éum amor incondicional sinto o maior prazer em me levantar 2 ou 3 vezes nanoite para olhar como ele esta. Agradeço a deus todos os dias por ter tido umfilho maravilhoso. E digam não ao aborto para não passarem pelo que passei porcausa do tal citotec mais eu tive sorte e outras não tiveram. Se quiserem secomunicar meu e-mail:

OBS: Outras histórias estãonos dias e

Recebida em 15/10/05

Vim aqui para contar umpouco da minha historia, tinha 15 anos quando terminei com o meunamorado fazia que estava sozinha, foi então que conheci um cara super legal,e especial pra mim, meu ex-namorado não aceitava meu relacionamento, ate queum dia ele me ligou e pediu pra que eu pudesse ir ate a casa dele para termosuma conversa. No principio estranhei, mas marquei e fui chegando aoapartamento percebi que ele me tratava de um jeito estranho e rude disse queeu tinha que termina com meu atual namorado, ai eu disse que iria embora, eleme puxou pelo braço e me obrigou a ter relações com ele no principio reagi,mas ele era mais forte que eu, aconteceu o pior. Não contei a ninguém sepassaram dois meses, percebi que a minha menstruação estava atrasada e sentiatodos os sintomas de uma gravidez criei coragem e fiz o teste deu positivofiquei com muito medo e tomei a decisão de fazer um aborto. Comentei com umaamiga minha que me aconselhou não fazer o aborto e conversar com o meu atualnamorado, pois tinha muito medo de perdê-lo contei pra ele no principio ele sesentiu traído e eu muito mal mas as poucos dias de cometer o aborto ele meprocurou e disse que me amava e que eu era uma vitima disse que ele que seriao pai do meu filho hoje minha é uma benção, e estou muito feliz ela estacom dois anos e se chama vitória.

Recebida em 06/10/05

A minhahistoria nada tem que ver propriamente com este tema mas gostava contudo deexpressar minha opinião. Matar um ser inocente e o maior crime do mundo nãotem desculpas.Mandar tirar da barriga é fácil, mas não se trata de tirar umapêndice, verruga ou algo do gênero. Vida humana é a nossa condição e temos deviver aprender com ela. Não ha adjetivo para tal barbaridade. O meu testemunhotem haver com precisamente o reverso conheci uma miúda com M grande que apesarter apenas 21 anos já é uma grande mulher e esta passando uma situação em queo "animal" fez o filho e por no dia seguinte acordar mal disposto ou porsimples desprezo ou por simplesmente ser uma chatice ter que mudar frauda,ouvir chorar de noite e enfim...Mandou tirar e pronto. Eu no meio destahistoria não sei bem qual será o meu papel. Desde a primeira hora muito antesde tudo ter acontecido já Amava a pessoa em causa e pó ela fiz mil e umamaluquices chegando ao ponto de me ter quase suicidado por amor. Ela gostava então do animal que meses mais tarde mandou tirar essa maravilhosa criançadentro dela. Hoje e depois de ter sucessivamente rejeitado os meus sentimentospor ela são ainda maiores e tenciono dar lhe todo o carinho do mundo pra ela epara o filho que aí vem. Hoje temos um relacionamento um pouco mais serio eestamos entre a espada e a parede. Será que pai é aquele que faz e desaparecedo mapa ou pai é aquele que esta sempre presente pra tudo o que for necessárioe preciso e transmite forca da ajuda. Passo horas ao luar estranhamente adesejar povoar o seu espaço o seu caminho, passo a passo na esperança de teencontrar e no silencio encontrar a melhor forma de te amar. Será que crime equerer ficar como verdadeiro pai oucrime e largar e pronto. Gostaria de ouvir vossa melhor opinião se devo ir emfrente e substituir o que o "animal" fez ou então...Vou fazer tudo pra ficarcom esses dois seres maravilhosos. Posso com isto perder, ou melhor, deixar defazer o que mais gosto na vida, mas dedicar-me de corpo e alma a uma causa queleva a pensar que deus existe e um dia vai me receber no seu melhor relvadoque e o paraíso.

Ricardo Tamagnini

Recebida em 14/08/05

Antes de tudo, gostaria de dizer a todasas mulheres que pensam em fazer um aborto, que pense bem antes. O que passoaté hoje é muito doloroso. Faz 10 meses que fiz um aborto e a lembrançadaquele dia é como se fosse hoje.Namorava uma pessoa há 6 meses e fiquei grávida, comuniquei a ele e ele nãoquis ter a criança. Alegou que era muito cedo. No começo relutei. Fugi seisvezes das clínicas que ele me levou. Quando na última, já deitada na mesa,quando aquela "enfermeira" amarrou meu braço para aplicar a anestesia, puleida cama e sai correndo. Ele (meu namorado) estava lá na portaria do prédio meaguardando e quando disse a ele que havia desistido, ele ficou uma fera. Ecomeçamos a caminhar. Vi que ele estava transtornado. Quando me vi sozinha,sem emprego ou casa para morar, no auge do desespero, resolvi voltar praclínica e ir até o fim. Novamente, ele me aguardou. Acordei, vi outrasmulheres deitadas gemendo de dor, inclusive eu. Então rezei uma ave-mariapedindo perdão pelo meu maior pecado. Sei que o que fiz foi desumano, estousofrendo até hoje. Todos os dias. Fui egoísta e acho que o remorso que passohoje é merecido. Todos que lerem este depoimento tenham liberdade de me atiraruma pedra. A cada manhã, acordo, e me lembro do dia 10 de novembro de 2004. Rezo todas as noites. A minha única oportunidade joguei fora, como um lixo.Sinto-me como um zumbi, sem paz.As pessoas que quiserem falar alguma coisa, meu e-mail:

Recebida em 10/08/05

Olá gente, tenho 18 anos e prefiro ficarno anonimato... Vou contar essa história, que com certeza vai contrariaralgumas pessoas, e algumas podem até me julgar pelo meu comportamento, mas euto aqui pra ajudar alguém que esteja pensando em fazer um aborto...Bom, desdeos meus 14 anos, sempre fui bem extrovertida, com muito amigos, e sempre tinhaalguns pretendentes. Perdi minha virgindade aos 16 anos com meu segundonamorado, mas graças a Deus o namoro acabou, porque ele só me fez sofrer.Então, decidi que não iria me envolver tanto com alguém até que eu percebesseque alguém sentia algo bem mais forte por mim antes. Fiquei cerca de um anosolteira, só curtindo minha vida, beijando, saindo, trabalhando, estudando.Até que outubro de 2004 conheci um rapaz que me interessou, começamos a sair,mas logo começaram as brigas, e por causa disso nunca mantive relações comele, depois de 5 meses juntos, conheci o namorado da prima dele. Foiinevitável, uma química imensa, terminamos nossos namoros e começamos a ficar.No começo não sentia nada, além de atração, simpatia, carinho... Mas passandoalgum tempo com ele, comecei a gostar muito dele, até mais do que do meu ex,então o namoro era um mar de rosas. Até que um dia ele me contou que eracasado, que a mulher morava em uma casa e ele com os pais dele na casa aolado... e que já não tinha mais nada com ela desde que começou a namorar aprima do meu ex. Procurei saber se era verdade, conversamos e acabeiaceitando. O sentimento era forte demais.Mas em maio de 2005, minha menstruação atrasou... Esperei duas semanas, nãodesceu...Então, no dia 12 de junho, fui ao laboratório e fiz o exame de sangue... Meia hora depois, peguei o envelope e abri ali mesmo, no laboratório! O mundodesabou na minha cabeça... POSITIVO.Liguei pra ele ir me buscar e mostrei o exame. Ficamos quietos um tempo, euestava em estado de choque, até que ele olhou pra mim e disse: "O que você tapensando em fazer? Nem pensa em tirar!" Me desesperei com a possibilidade daminha família descobrir que ele era casado... E como estávamos nós dois semserviço, só trabalhando em festas a noite, me desesperei ainda mais. Converseicom ele, até que ele disse que me apoiaria em qualquer decisão que eu tomasse.Pensei por uma semana, mas nesse tempo, meu namorado já havia se acostumadocom a idéia de ser pai e já estava providenciando um jeito de se separar daesposa pra ficar comigo. Mas mesmo assim, optei pelo aborto!Quando contei pra ele, senti que ficou muito magoado, disse a ele que eraporque não estava preparada e que não tínhamos condições de criar um filho. Ele aceitou, contrariado, achando que eu ainda mudaria de idéia.Comecei a correr atrás de algumas pessoas pra conseguir o Cytotec... Demoreicerca de um mês pra conseguir os quatro que eram precisos, comprei os quatrocomprimidos por R$ 130,00. Numa quinta feira (dia 14/07/2005) meu namorado foitrabalhar a noite num baile e eu fui pra casa de uma amiga. Quando deu 23:30,coloquei os quatro comprimidos e fiquei com o quadril levantado e as pernaspra cima... Meu namorado saiu do serviço 2:30 da madrugada e ainda não haviasentido nada. Então liguei pra ele me pegar na casa da minha amiga. Saímos delá, quando entrei no carro, senti uma cólica fraquinha, então fomos para acasa de um amigo nosso que mora sozinho.Ficamos lá, mas nada do remédio fazer efeito, a essa altura, eu já estavaachando que o aborto não ia dar certo e que eu ia pagar muito caro por estarfazendo aquilo. Desesperei-me e comecei a chorar, pedindo perdão a Deus, aobebê (que eu tinha certeza que era uma menina), ao meu namorado e a mim mesma.As 5:00 da manhã, meu namorado foi até a rodoviária buscar um outro amigonosso, cinco minutos depois que ele saiu, comecei a sentir dores um pouco maisfortes e fui ao banheiro, tive um sangramento leve. Quando meu namorado estavachegou, pedi que fizesse uma massagem na minha barriga, quando as doresaumentaram ainda mais, me levantei e senti que estava sangrando muito, volteiao banheiro e vi minha bebezinha saindo aos pedaços! Chorei muito quando viaquilo, mas me controlei para que meu namorado não sofresse ainda mais. Disseque estava tudo bem... Deitei-me com ele numa cama e fiz com que ele dormisse,e então pensei: "Poxa, o aborto não começou enquanto ele não saiu, eu acho quefoi pra ele não sofrer mais ainda".Dei um beijo nele, me levantei e tomei um banho, o sangramento continuava...Acordei ele e voltei pra casa, ele me trouxe. Deitei pra descansar, já nãosentia mais dores, e o sangramento ainda era forte, mas a dor que eu maissentia era a da consciência, pensando em como fui covarde, pois o maior motivode ter optado pelo aborto, foi o medo da minha família descobrir que estavasaindo com um homem casado.Hoje quando deito pra dormir, não consigo encostar a cabeça no travesseiro edormir tranqüila. Vejo uma bebezinha toda ensangüentada na minha frente e demadrugada acordo ouvindo choro de criança... Estou com meu namorado até hoje,ele tem sido o meu único motivo pra viver bem, pois quando começo a pensar embobagens, penso no sofrimento dele e que eu devo compensar de alguma maneira acrueldade que fiz com ele também, pois ele já amava aquela bebezinha. Esperoque meu depoimento faça as pessoas refletirem que o aborto não é solução pranada!Só traz sofrimento e acaba com a vida da gente.A única coisa que espero é que Deus e minha filhinha me perdoem um dia!Um grande abraço!

Recebida em 05/08/05

Tenho 20 anos, vivo aqui naAlemanha já a mais de três anos com minha mãe e meu padrasto, estou cursado oultimo ano de "gastronomia". Há dois anos atrás conheci meu ex "erik", elehoje esta com 28 anos, eu nunca senti nada por ele, gostava de sua compainha,mais com o passar do tempo fui mim apegando mais a ele, e ele já estavadormindo comigo na minha própria cama, pois já havia conquistado toda minhafamília, minha mãe já ate o chamava de "filho", namoramos serio mais de oitomeses, e dai terminamos sem motivo algum, só que ele sempre vinha me ver, enessas visitas sempre ficávamos juntos, minha mãe parecia um papagaio aorepetir todos os dias que ele e o genro que ela havia pedido a Deus, só que aquase três meses atrás, ele esteve aqui em casa de novo, e ficamos novamente,sempre usamos camisinha, só que dessa vez no inicio da transa não colocamos,só no fim que resolvemos usar, e no final quando olhei a camisinha estavafurada, na hora contei pra ele, e ele não falou nada, só me olhou e perguntou" geo seu sonho não é ser mãe??", eu respondi " sim, mais não sei se esse é oseu sonho também", ele não Respondeu nada, ele ficou mais três dias comigo elogo retornou pra sua cidade, com 15 dias comecei a mim sentir estranha, ecomentei com minha mãe que achava que estava grávida, minha mãe ligou logo promedico e marcou a consulta, mais aqui na Alemanha e difícil conseguir para omesmo mês, e eu só consegui em três semanas, eu já não conseguia dormirdireito, resolvi comprar o teste da farmácia que deu positivo, liguei para o "erik",ele apenas falou que não podia ser, eu não poderia estar grávida, e eu apenasfalei que sim que tinha feito o teste da farmácia, mais que estava já comconsulta marcada, ele falou depois que você for ao medico você me ligue, fuiao medico com minha mãe e tive a certeza que estava grávida, a medica logo meperguntou "você quer ter esse filho?", e eu respondi "sim" mais com o coraçãona mão, nesse momento veio tudo a minha cabeça, meus estudos, o "erik", o quemeus parentes Ian achar disso tudo, meu chefe, etc. Então liguei para o "erik"e falei que estava Grávida que havia escutado o coração do bebê, ele muitofrio só falou que era pra mim tirar, que ele não queria, que nunca iriaassumir, nossa isso foi a bomba pra mim, fiquei louca, desesperada, e todos aminha volta, só mim falava "geo você e nova, não terminou sou carreira ainda,e linda, você vai jogar tudo pro alto, se fosse eu abortava", menos a minhamãe, ela foi a única a estar comigo a todo minto. Eu mais uma vez liguei parao "erik" falei que queria que ele viesse ate minha casa, com a mãe dele, poisminha mãe e meu padrasto também queria conversar com ele, dois dias depois,ele veio com a mãe, e antes falou que tinha algo pra me contar sentei eu eleno meu quarto, quando ele me falou " geo, sou casado a 5 anos com uma outrabrasileira, eu a amo muito e por isso que quero que você tire esse filho", euapenas perguntei " se você a ama, porque namorou comigo? Porque um dia falouque me amava? Porque você mentiu pra mim?", ele apenas com o olhar frio falou"isso já é passado, vamos agora falar do futuro, você não vai ter esse filho,porque eu não quero, e porque minha mãe também não vai aceitar nunca, e outraa minha esposa não sabe que você existe", eu só falei "erik o meu filho nãotem culpa do pai ser um cachorro, um moleque, e vamos a sala conversar com suamãe porque de você já não tenho mais nada pra escutar", fomos a sala e perguntei a mãe dele " a senhora o que acha disso tudo?" Ela falou" emprimeiro devo lhe parabenizar pela sua beleza, e em segundo por você ser tãonova e estar aqui a tão pouco tempo e já saber falar tão bem alemão", eucurta a e grossa falei " infelizmente nada disso vem ao caso e nem a perguntaque lhe fiz", ela então falou " acho que você não deveria ter esse filho,pois falta apenas um ano para terminar seus estudos, e filho não é umbrinquedo que se tem quando quer e depois se joga fora", eu a perguntei" asenhora já abortou?" Ela falou "sim, duas vezes, aqui na Alemanha vemos arealidade das coisas, não é como no Brasil, que as mães poe as crianças aomundo, e as largam nas ruas", quando ela mim falou isso eu só falei" acho quejá não temos mais nada pra conversar, já sei o que a senhora e seu filho quer,a porta de saída esta aberta e podem ficar tranqüilos que meu nome vocês sóescutaram pelo meu advogado quando o meu filho nascer. Hoje me sinto maisforte,já estou com quase três meses, ainda sofro muito com isso, mais com aminha mãe ao meu lado, me sinto mais feliz, mais aliviada, e o "erik" ate hojenunca ligou pra saber de nada, as vezes acho que ele pensa que abortei, seique vai ser muito mais difícil quando meu filho vier ao mundo, pois educar umser humano ainda mais sozinha, sem ter uma família não é fácil, mais minha mãeconseguiu, minha avo também, e eu tenho fé em Deus que também vou conseguir,espero que meu depoimento ao menos ajudem algumas de vocês que estejampassando por uma situação difícil, e se senti sozinha, aqui esta meu blogger, , quem quiser acompanhar minha gravidez, e avida do meu filho(a), podem me mandar e-mails também.

Recebida em 31/07/05

Tenho 26 anos, moro emCuritiba e sou casada há quatro anos. Estou terminando minha faculdade e nãoestava em nossos planos uma gravidez neste momento. Bem, eu usava DIU há doisanos e, em meados do mês de Junho/2005, comecei a sentir alguns sintomas que,até então pensei que fossem devido a menstruação, o que não ocorreu. Sentimeus seios doloridos e inchados e, sentia um certo repúdio de alguns alimentosque eu gostava. Alguns enjôos também estavam presentes. Dia 20 do mês de Junhoresolvi fazer um exame de gravidez devido à insistência do meu marido que, jáhavia notado as mudanças em meu corpo. Minha última menstruação havia sido em09 Maio 2005, mas, como meu ciclo é bem irregular, eu não queria fazer oexame. Fiz o exame no dia 20 de junho como já havia dito e, o resultadoficaria pronto no dia seguinte e, seria enviado por e-mail.Às quatro horas do dia 21 de junho veio o resultado. Positivo. Na hora nãosabia o que fazer. Chorei e fiquei alegre ao mesmo tempo. Logo em seguida,liguei para meu marido e, contei a novidade. Nunca pensamos em fazer aborto. Agravidez não estava planejada, mas seria muito bem vida. Ele ficou eufórico,com um pouco de medo, mas, muito feliz.No dia seguinte fui retirar o Diu, o tudo muito bem. Sem nenhum dado para obebê. Contamos para a família toda e, todos ficaram felizes com a novidade. Nomeu trabalho também. Já havia marcado consulta com minha médica e, era apenasesperar crescer meu bebê. No dia 23 de junho, tive um pequeno sangramento que,nem era sangramento, era uma borra de café, mas, no exato momento queconstatei isso, comuniquei minha médica. Ela, por sua vez foi totalmenteirresponsável com minha gravidez. Disse que era normal e, que se fosse umaborto não teria o que fazer. Como não tinha cólicas, preferi acreditar queera normas mas, este sangramento persistiu por toda manhã. Quando resolvifalar com o médico que temos aqui em nossa empresa e o mesmo me pediu umaecografia endovaginal. Fui fazer a tarde o exame e a médica disse que estavatudo bem com minha gravidez mas, que eu teria que consultar minha médica paraver o que estava causando o sangramento o mais rápido possível. Liguei entãopara a médica que, por sua vez, não quis me atender novamente. Fiqueiapreensiva, mas, como meu bebê estava lá, fiquei mais tranqüila. Passei ofinal de semana com o mesmo sangramento, sem dar muita bola. Na segunda feira,dia 27 de junho, trabalhei normalmente. Fui para casa após o expediente e, meumarido estava trabalhando e só voltaria para casa na manhã seguinte. Jantei,tomei meu banho e fui ao banheiro antes de deitar. Quando vi que não era maisborra de café que tinha no papel higiênico e sim sangue mesmo. Fiqueidesesperada e liguei para o meu marido. Em cinco minutos ele veio me buscarpara ir ao hospital. O médico que me atendeu na emergência disse que estavasaindo apenas borra de café, mas que aquilo era sim uma ameaça de aborto e queminha médica teria que ter me visto quando liguei para ela na primeira vez. Omédico me deu um medicamento para segurar o bebê e me pediu para ficar em casade repouso no dia seguinte. Na terça feira, fiquei com meu marido em casa e derepouso durante o dia todo. Achei que estava tudo resolvido. Grande engano meuo pior estava por vir. Quando fui me deitar à noite, saiu um pouco mais desangue. Tomei o remédio e fui me deitar. Quando acordei no dia seguinte, fuiao banheiro e, depois que levantei do vaso sanitário, vi um coagulo muitogrande. Desesperei-me e fui trabalhar chorando, mas, não comentei nada com meumarido. Chegando no escritório, falei com minha irmã mais velha e com minhamadrasta que, veio me buscar e me levou ao hospital. Chegando lá fiz outra ecoe foi constatado que eu havia tido um aborto. Foi o pior momento de minhavida! Tive que passar por uma curetagem, e a dor de perder um bebê e se acharinútil em gerar uma vida foi muito grande. É claro que, troquei deginecologista e, como todos os médicos quando me viram nas emergências equando perdi o bebê, haviam me dito que meu problema era progesterona, a minhanova ginecologista detectou através de exames de sangue. Bem, eu apenas quisexpor minha experiência para dar um recado às pessoas que tem o dom dagravidez e, de repente por egoísmo acabam tirando uma vida de dentro doventre. O meu problema era apenas a falta da progesterona mas existem mulheresque muito querem engravidar e não podem devido problemas mais graves.E outra é para as mamães que já passaram por isso de perder o bebê sem querer.Procurem um médico que vocês confiem e que vocês saibam que vai estar semprepronto ajudá-las quando necessário pois, no meu caso, acabei perdendo meu bebêpor conseqüência da minha médica não querer nem saber. Eu ainda sou jovem eposso ter mais filhos, mas, imagine se fosse uma pessoa mais velha e estafosse minha única chance de uma gravidez!Quero muito poder engravidar novamente, mas, agora meu marido tem medo, então,por enquanto não posse pensar em engravidar, mas, logo, de Deus quiser vou teruma gravidez tranqüila e ao lado da minha nova médica que me tratou tão bem eirá tratar daqui pra frente.

Um abraço a todos.

Recebida em 26/07/05

Pensei muito antes de mandaresse e-mail para contar minha história! Pra começar estou grávida de 18semanas "quatro meses e meio" descobri que estava grávida já com 6 semanas,fiz um teste de farmácia no shopping dia 27/04/2005 fiz por fazer mais porqueminhas amigas estavam me enchendo a cabeça dizendo que eu estava grávida maseu não acreditava pois já tinha tentado engravidar no passado e não tinhaconseguido e fui a uma médica e ela me disse que eu tinha que fazer umtratamento mas eu achei muito nova! Vim pra Portugal e tinha apenas 18 anos eaqui minha vida mudou por completo, conheci um rapaz no dia 25/08/2003, foiuma paixão meio louca e impossível, pois ele já namorava há seis anos, mas nósfomos nos "apaixonando" cada dia mais e era gostoso viver essa paixão mesmosabendo que era proibida, mas esse ano descobri quem era aquele homem que maisamei por quem mais fiz de tudo nunca tinha amado ninguém tão forte eintensamente! O teste que fiz no dia 27/04 pra minha surpresa deu positivo eunão conseguia acreditar, pois eu ate então não podia ter filhos, no outro diade manhã bem cedo levantei sem falar com ninguém fui fazer outro teste eenquanto esperava passou á música "my imortal" eu mandei uma mensagem procelular dele e ele desconfiou e me ligou eu já estava em casa com mais umteste que tinha dado "positivo" naquela manhã como eu chorei e ele perguntou oque estava acontecendo por que eu tinha ido tão cedo a farmácia e eu lhe dissepor telefone que estava esperando um bebe e ele se assustou, mas eu nuncapensei que ele fosse me mandar fazer um "aborto" ele que é uma pessoamaravilhosa que tem um coração enorme e só fazia o bem pra toda a gente, masas aparências enganam, fui a uma ginecologista e ela me disse que nessesúltimos anos meu organismo tinha mudado e que meus ovários já funcionavam bem,eu fiquei louca eu não acreditava que podia estar grávida de 6 semanas o paido bebe ficou comigo ainda quase um mês mas depois sumiu da minha vida semdizer nada me acusando que eu planejei ficar grávida que eu desejava ter essefilho mas Deus sabe que nada disso foi verdade, ele me acusou de muita coisaqueria que eu fizesse o aborto mas eu não fiz, como eu sofri e chorei naquelesdias eu não comia a espera que ele viesse e ficasse do meu lado ao menos nãoagisse como se o filho não fosse dele, mas foi exatamente assim que ele fez!No dia 24/05 fiz a primeira ultra-sonografia e ouvi o coração do meu filhobater aqui dentro de mim estava com 10 semanas foi ali naquele momento quesenti o meu filho e foi naquele instante que Deus me deu forças pra lutar pelomeu filho! Apesar de ter passado pela minha cabeça em abortar, pois estou noestrangeiro sem meus pais sem minha família, mas meu filho me deu forças hojesei que fui forte! Fiz uma outra ultra-sonografia no dia 14/06 já com 12semanas meu bebe estava formadinho a coisa mais linda da mamãe hoje não mearrependo de ter lutado já sinto meu filho minha barriga já esta bem grandepois depois que ele veio e terminou comigo eu me sinto melhor pois aquela"ansiedade" de falar com ele estava me matando aos poucos, tive 2 diasinternada com problemas de nervos, mas hoje estou muito bem e tenho meufilhinho aqui crescendo a cada dia que passa já o sinto toda vez que ponhominha a mão na barriga, o pai do bebe não quer saber de mim nem do filho masDeus tem me ajudado muito e um dia ele vai se arrepender de tudo que fezcomigo e com o filho, mesmo assim não consigo ter raiva dele pois é o pai domeu filho e com ele aprendi muitas coisas. E hoje sou muito feliz, pois tenhoo apoio dos meus amigos, e tenho um anjo que esta crescendo a cada dia dentrode mim, e agradeço a Deus por tudo por ter me ajudado tanto! Se quiserem podemme adicionar: assim podemos conversar melhor... Um beijo eespero que minha história sirva de exemplo pense muito antes de fazer qualquercoisa...

Recebida em 23/07/05

Hoje ela tem 2 anos e 4 MESESé o amor da minha vida, minha felicidade meu tudo, amo ver ela conversandoaprendendo coisas novas a cada dia. Trabalho e dou de tudo pra ela faço o queposso por ela. Aconselho vocês que estão grávidas não abortarem, passem porcima de tudo, quando seu filho nascer você vai amá-lo incondicionalmente, eleprecisa de você. Não abortem, tenha consciência que uma vida seu filho estadentro de você com toda força pra viver, crescendo a cada dia e te conhecendo.De amor que o seu filho te devolvera em milhões de vezes mais. Hoje sou casadacom o pai da minha filha, sou feliz por ele ser um bom pai pra ela e bommarido pra mim apesar de minhas vontades serem negadas por mim mesmo. Filha teamo muito vou viver pra você e dar te todo amor e educação que for possível naterra.

V.M. 19 Anos

Recebida em 23/07/05

Olátenho 24 anos e estou com 4 meses de gestação. Namorava há um mês e resolvemoscomemorar o 1° mês juntos, por mais que nós brigássemos, não rolou do jeitoque deveria, não usamos preservativos, mas não fiquei encucada que pudesseestar grávida, já que tenho ovários policisticos, passado 1 mês, estava nomeio de duas seleções de emprego, depois de vários meses desempregada, quandoeu resolvi olhar a tabela e ver que minha menstruação estava atrasada há 5dias, tinha todos os sintomas de TPM, dor nas pernas, seios inchados edoloridos, mas algo me dizia que não eram só sintomas, fiz o teste defarmácia, deu positivo, mas não queria acreditar, terminei com o meu namorado,já que não ia tão bem assim o namoro, fiz mais dois testes incluindo o desangue para tomar consciência de que estava realmente esperando uma nova vidano meu ventre, logo de inicio eu pensei em abortar, mas sempre fui a favor davida e abominava este tipo de atitude, quando eu pensava em ser mãe euchorava, mas quando eu pensava em abortar chorava mais ainda... Por mais queeu estivesse desempregada e precisando de um emprego... E a opinião daspessoas e a vida de balada que sempre foi muito priorizada.

Demorou para eu me acostumar com as mudanças do meu corpo, mas hoje sei quetem um pedacinho meu aqui dentro que eu já amo, e sei que é recíproco,imaginar as roupas, o rostinho, o sexo e tudo relacionado ao bebê.. Não hápreço que pague! E senti-lo mexer! Muito menos

Hojeestou novamente com o pai do bebê, espero que dê tudo certo..... Ele amou aidéia de ser pai desde o primeiro dia em que eu apenas DESCONFIAVA !!

Meuspais logo de inicio se assustaram com a noticia, mas hoje as coisas mudaram. Eeles se preocupam tanto comigo quanto com o bebê, e recebo o apoio que nuncaachei que teria...!

Viva avida... Não ao aborto!

Recebida em 12/07/05

Oi, meu nome é Millena evou contar minha história...Desde pequena fui muito espivitada, na adolescência sempre tinha pretendentes,etc. Meu sonho era entrar na faculdade, estudar... Então aos 14 anos comecei anamorar e transei sem camisinha. Mas eu era virgem e não sabia do que poderiaacontecer. O tempo foi passando e eu comecei a ficar enjoada do meu entãoex-namorado, pois já não estávamos juntos. Depois de mais um mês o procurei edisse que achava que estava grávida. No início ele ficou desconfiado, pois jánão éramos mais namorados. Pensamos em aborto, mas nunca compramos remédiosnem procuramos médico nenhum, os dias foram passando e realmente não era issoque queríamos. De repente todo mundo já sabia menos minha família. Quandoficaram sabendo, principalmente minha irmã mais velha, foi aquela decepção.Então fui ao médico e já estava com quatro meses, e vi meu bebê lindo e sadiodentro de mim. Depois de tudo este turbilhão, minha barriga que desde entãonão aparecia cresceu rapidamente. As pessoas ficavam me olhando na rua, nocolégio, mas eu era + forte que tudo aquilo. Apesar de sempre chorar por mesentir sozinha, comecei a estudar para que quando eu tivesse meu bebê nadaatrapalhasse. Fiz 15 anos com barrigão, imagina! Minha família então me apoioumais, já não tinha aquela fúria, meu pai sempre me entendeu e minha mãetambém. Então justamente nas férias, na maior tranqüilidade e coragem que Deusme deu, nasceu, no 05 de julho às 5 para 5 da tarde (gosto de dizer assim)minha filhona linda e forte. Desde aquele momento a vida da gente muda. Minhasamigas sempre me deram o maior apoio. Então o pai dela foi visitá-la e ficouencantado. Passaram 1,2,3 meses e ainda não tínhamos voltado. De repente nossoamor voltou e ele, que tinha 16 anos iniciou sua vida de pai. Hoje estou com20 anos e minha filha Ana Carolina tem 5 anos e é O MAIOR ORGULHO DA MINHAVIDA!!!! Eu sempre digo que ela quis nascer, que algo está guardado pra ela,ela foi muito forte em querer a VIDA, me ajudou muito a pensar diferente sobretudo e faria tudo de novo se fosse possível. Ela é sadia, inteligente, muitointeligente, já fala 2 línguas e é o xodó da minha família e da família do meuhoje marido!! Ela fez com que nós voltássemos e vivêssemos felizes como hoje.Então um aviso: CORAGEM MÃES ADOLESCENTES! Um filho não é uma infelicidadenão! Se você for forte como eu sou, nada vai mudar. Hoje já sou 2 vezesconcursada, passei no vestibular e trabalho normalmente, antes as pessoas mecriticavam, hoje até me admiram pela minha vontade de viver. Outra coisa, nãopisarei na bola, pretendo planejar um filho pra daqui a 5 anos, se Deusquiser, pois minha Ana quer muito um irmão, mas agora meu filho seráplanejado, MAS AMADO DA MESMA MANEIRA! Sou muito feliz pela minha opção de tertido minha filhona.Espero que minha história toque no coração de você que antes de tudo é mulhere tem o dom que Deus deu de dar a VIDA, e não tirar. Ninguém sabe o dia deamanha, e se você morrer...Não vai deixar um fruto seu na Terra... É isso queeu penso.SOU FELIZ COM MINHA FAMÍLIA!!!!Este é meu e-mail: , podem me escrever...Millena Bonfim.

Recebida em 24/06/05

Hoje posso dizer que sou uma pessoa realizada.

Há 4 anos atrás fui violentada e dessa violência fiqueigrávida, não consegui judicialmente tirar a criança então tentei de modospróprios mais não deu certo, fui em clinicas, tomei remédios, nada fazia comque eu abortasse.

Então desisti dessa idéia e fui pra outra a doação dacriança. Arrumei uma família que quis ficar com o bebê, mais a gravidez foicomplicada de mais, passava mal sempre ficava internada todos os meses até queum dia o Obstetra resolveu interromper a gravidez em 30 semanas, já nãoagüentava mais aquela criança em meu ventre.

Tive a criança no dia 28/02/01 não quis nem ver a criançapedi para o médico que nem ouvisse o choro na hora de nascer, mais nada dissoaconteceu no momento que ele saiu do meu ventre já começou a chorar e medeixou mais triste. Tivemos que ficar no hospital uma semana, por causa dascomplicações, não o vi em nenhum dia, mais no dia da alta, que teria mosjuntos não consegui segurar a curiosidade de saber como ele era e fui vê-lo noberçário e não me deixaram vê-lo me deu uma revolta, dizia que ele era meufilho e porque não queriam me deixar vê-lo.

Até que uma enfermeira resolveu levá-lo no meu quarto, dêsdaquele momento que o peguei em meu colo nunca mais o tirei, hoje é umacriança linda, arteira mais todas as crianças são, hoje posso dizer que ele ésó meu.

Somos nós dois, nada nos falta e completamos um ao outro.Força que tudo dácerto até na hora que pensamos que tudo acabou.

Recebida em 15/06/05

Oi, tenho 24 anos e estougrávida de 05 meses, quando estava com 03 meses fiz a pior besteira da minhavida, se arrependimento matasse já estaria morta.

Quando minha menstruaçãoatrasou um dia já comentei com meu namorado que tinha algo errado, pois meuciclo era certinho ele falou pra mim esperar um pouco antes de ficar pensandobobagens, mas passou uma semana e nada, aí então meus seios ficaram inchadose doloridos e uma dor terrível nas costas, sintomas iguais aos da minha mãequando engravidava. Naquele momento percebi que estava grávida, mas aguardeiquase 20 dias para fazer o exame, já fiz sabendo o resultado, mas no fundosempre existe a esperança de ser mentira. Entrei em desespero só chorava, meunamorado já havia assimilado a idéia e estava feliz fazendo planos para nossocasamento, pois estamos juntos a seis anos. Agora eu, só conseguia ver ascoisas ruins de ter um bebê, que meu corpo iria mudar, perderia minhaliberdade, atrapalharia meu trabalho agora que tinha conseguido uma promoção.

Foi aí que comecei a buscarna Internet formas de me livrar do problema, encontrei uma pessoa que meforneceria o remédio, efetuei o pedido, paguei e ela não mandou, isso seria umsinal pra ter criado vergonha na cara, mas não desisti continuei minha busca.Meu namorado não sabe até hoje o que fiz, pois ele era totalmente contra eestava muito feliz, então arranjei mais dinheiro e consegui o remédio comoutro fornecedor. Fiquei com o citotec quase um mês guardado, pois não tinhacoragem de ir até o fim, mas num sábado após meu namorado me deixar em casainfelizmente criei coragem e usei. Algumas horas depois comecei a sentir ascólicas, tive sonhos com vários bebês e um deles era o meu, entrei emdesespero tentei em vão tirar os comprimidos, mas já era tarde, pedia perdãoao meu bebê por ter feito aquilo. Amanheceu e as cólicas aumentaram, até quecomecei a sangrar não foi forte e no decorrer do dia cessou, fiquei trancadano quarto o dia inteiro minha mãe ficou desesperada, pois não sabia o queestava acontecendo me via triste pelos cantos, mas não sabia o motivo. Meunamorado chegou e minha mãe já foi logo falando que eu havia passado mal, eleentrou em desespero queria me levar ao médico de qualquer jeito, mas não quisir pois minha mãe iria descobrir o motivo do meu mal-estar e não queriadecepcioná-la. Convenci meu namorado a aguardar que no outro dia eu iria aomédico, logo pela manhã ele apareceu em casa com consulta marcada numa outracidade e que eu iria nem que fosse amarrada, pois quanto mais demorassepoderia ser tarde.

Em momento algum contei aele o que fiz, disse que senti cólicas e comecei a sangrar, e a mesma coisadisse ao médico. Ele me examinou, pediu que eu deitasse pra escutar o coraçãodo bebê. Foi tão forte a emoção que comecei a chorar, mas de tristeza, poisveio na cabeça que meu bebê ainda estava lá e eu poderia ter prejudicado seudesenvolvimento. Fomos para o ultra-som ele estava lá, braços, pernas, tudoaparentemente normal pedi perdão a Deus pelo meu erro, pois era um pedacinhomeu e eu queria tirar.

Contamos pra minha família,pra dele, todos ficaram felizes, meu medo de rejeição era só na minha cabeça,foi aí que me senti grávida de verdade, mas sempre pedindo a Deus que sehouvesse castigo que fosse em mim, não no meu filho. Há uns dez dias atrás fizum novo ultra-som, meu bebê esta com um crescimento rápido, o desenvolvimentodos órgãos normal e é uma mocinha, minha bonequinha, no fim do exame a médicaperguntou se não poderíamos voltar na outra semana, pois ela queria avaliarmelhor as perninhas da minha filha, pois nesse não havia sido possível porqueela estava sentada com as pernas um pouco cruzadas. Sai feliz do consultóriopor saber que Deus tinha me mandado uma princesa, mas preocupada com o pedidoda médica, comentei com meu namorado que estava com medo que algo estavaerrado, ele me acalmou e disse pra tirar essas bobagens da cabeça. A semanapassou, voltamos à médica, era como se tivesse indo para a forca de tãonervosa que estava, ela começou o exame e se concentrou nas pernas, até quefalou que minha filha tinha um problema nos pés, comecei a chorar ela tem opezinho torto, não é muito, mas tem. A médica disse que pode ser devido àposição, mas eu sei que não, ai falou também sobre as pernas, pois o bebê nãose moveu e nem mudou de posição durante os exames, mesmo em dias alternados eque isso poderia ser um problema na articulação das pernas, ou seja, talvezela nunca possa andar. Sai do consultório sem chão, só chorava, pois se tudofor confirmado eu sei quem fez isso, foi eu, eu deixei minha filha assim. Quismorrer naquela hora, foi horrível.

Nos dias seguintes coloqueio ultra-som debaixo do braço e fui em busca de alguém que pudesse me ajudar,me confirmar algo, dizer se minha menina vai ou não ser deficiente, todosforam unânimes não da pra afirmar antes dela nascer, talvez por ela estarsentada e não ter um peso suficiente ela não consegue se movimentar. Agora ésó aguardar, os médicos recomendaram que o próximo ultra-seja só daqui a doismeses, pois ai ela já terá um peso bom para mover-se, caso contrário eu já seia resposta.

A minha vida desde então ésó rezar, todos os dias, horas e momento peço perdão a Deus, imploro que elecastigue a mim não minha filha que é apenas um anjo. Que me conceda a graça dever meu bebê se movimentar, não tanto por mim pois sei que não mereço devidominha covardia, mas pelo pai dela que desde o primeiro momento já soubeamá-la. Já fiz várias promessas, as avós estão fazendo corrente de oração,minha filha já se mexe, e de uns dias pra cá os movimentos vem aumentado dolado que o médico diz estar às perninhas, a cada movimento eu agradeço a Deus.Agora eu sei o que é ser mãe, pois o amor que sinto é tão grande que seriacapaz de trocar de lugar com meu bebê se pudesse, tudo o que faço é pensandonela sofro muito sabendo do que fiz.Não importa o jeito que ela venha, poisela é minha, se Deus me conceder a graça ótimo, mas se não eu a amarei dequalquer forma.

Peço a todas que pensam emabortar que não sejam covardes iguais a mim, uma criança é sempre um recomeçoé uma benção, Deus nunca nos da um fardo maior do que podemos carregar,maldita hora que segui o caminho errado, teria evitado tanta dor, sei que ocaminho até o parto será difícil pois resta uma dúvida que só acabara quandominha menina chegar, mas coloquei minha vida nas mãos de Deus ele saberá o quefazer.

Por isso peço novamente nãosejam covardes iguais a mim, pensem bem pra não sofrerem como eu. Gostaria de ficar no anonimato, Obrigada.

Recebida em 09/06/05

Estou com 18 anos e comecei a fazer faculdade no começodesse ano. Descobri que estava grávida no dia 22 de fevereiro, praticamente 2dias após o inicio das aulas. Eu e o meu namorado estávamos separados a 1 mês.Fiz o teste de farmácia e deu positivo, depois fiz o de sangue e realmente euestava grávida. Liguei pra ele e a gente se encontrou, nem ele nem euestávamos acreditando, ficamos confusos e uma semana depois resolvemos ir aomédico. Fomos, ela passou uma ultra-sonografia e fomos juntos para fazê-la. Nocomeço a única coisa em que eu pensava era em abortar. Tomar chás, comprimidosou algo assim. Eu chorava muito e me preocupava bastante em que os outrosiriam pensar de mim.

No dia em que fomos fazer a ultra-sonografia descobri que amelhor coisa do mundo é ter um filho. Gente vocês não tem noção do que é ouviro coração do seu filho bater, ele se mexer, vai muito além do que pensar emabortar. Hoje estou com 6 meses, abrirei mão da minha faculdade pelo MEU FILHOQUE EU AMO TANTO e peço a Deus todos os dias que ele me perdoe por eu terpensado em abortar meu PEQUENINO.

Após fazer a primeira ultra sonografia e vi o coraçãozinhodo meu bebe bater foi a melhor experiência do mundo. Eu não estava muito bemcom o meu namorado, sentia que o amor dele havia acabado e que ele não sentianenhuma atração por mim. Fomos ao medico varias vezes e ele sempre ia comigo.Quando completei o 6 meses fez uma ultra sonografia e constatei que o meu bebelindo era um garotão.

Vocês não imaginam como eu fiquei louca de paixão...

O meu namorado hoje me trata como se eu fosse a únicamulher do mundo. Fui mandada embora de casa pelo meu padrasto e a pessoa queeu pensei que nunca me acolheria me acolheu, "O AMOR DA MINHA VIDA" o pai domeu filho. No começo brigávamos muito, pois não estávamos acostumados a viverjuntos com outra pessoa, mas hoje é totalmente diferente. Quando saio para irtrabalhar fico louca pra chegar o final da tarde e vê-lo.

Hoje estou com 31 semanas. Nossa como passa rápido. Sintoperfeitamente os movimentos do meu bebe e quando eu converso com ele, ele meresponde com movimentos carinhosos e rítmicos. Ganhei todo o enxoval do meupequeno e uma casa mobiliada para eu morar com os meus Amores.

E eu sei que se eu estivesse abortado não estaria felizassim. Estaria apenas com um remorso enorme de ter retirado de dentro de mimum ser indefeso, que não tem como se defender.PERDOE-ME SENHOR POR TER PENSADOEM MATAR O MEU BEBE.

E a vocês que pensam em abortar não façam isso, por favor.Deus é maior que tudo e ele te dará forças e coragem para enfrentar tudo etodos pelo seu filho.

Beijos e Abraços...

O meu e-mail é se você está pensando em abortar entre emcontato comigo.

Recebida em 05/06/05

Eu gostaria de fazerparte dessas pessoas que dão depoimentos a fim de ajudar a clarificar essaidéia de fazer ou não o aborto. Tenho uma história diferente, e acho que seriaaproveitável. Fiquei grávida aos 15 anos, e morava em uma cidade em que aspessoas que dizem não ser preconceituosas, mas que na verdade gostam dejulgar, sem se preocupar se estará ofendendo outras pessoas. A decisão de queeu não abortasse não veio de mim e sim do meu companheiro, pois se estivessesozinha nesse momento acho que faria essa crueldade, sem que ninguém, excetoeu e a pessoa que cometesse este ato, soubesse. Meu objetivo é oferecer apoioa essas pessoas contando-lhes o meu depoimento e mostrar-lhes que nuncaestamos só, o que precisamos é ter fé e não se desesperar.Atenciosamente: Renata Meira da SilvaTaquaritinga, 30 de março de 2005.

Recebida em 31/05/05

Meu nome é Gláucia tenho 21 anos e sou casada, sempresonhei em ter um filho só que sempre achei que não era a hora, e acho que Deustambém achava o mesmo, mas me casei e depois de 2 meses meu marido e euresolvemos ter um bebê parei de tomar anticoncepcional no começo do mês deoutubro e quando foi no fim de outubro percebi que algo estava diferente masestava em dúvida sobre a gravidez, fiz o exame de sangue na metade de novembroe deu negativo, fiquei muito triste pois queria que o resultado tivesse dadopositivo mas, passou da metade de novembro e nada da minha menstruação, quandofoi dia 30/11/2004 tornei fazer o exame porque percebi que estava muitoenjoada e o atraso não era normal fiz o exame e deu positivo fiquei todafeliz, liguei para o meu marido e ele até chorou de tanta felicidade, mas comodizem tudo que é bom dura pouco, fui fazer meu primeiro ultra-som e quando omédico me disse que eu tinha tido um aborto retido fiquei muito triste poisnão era isso que eu queria chorei muito achei que nunca mais iria engravidarde novo tinha tanto medo, só fiz o aborto em janeiro dia 13, mas passei os 20dias sangrando e depois veio o meu ciclo menstrual, normal mas quando foi emmarço dia 10 fazia um mês de menstruação, mas para minha felicidade o meumédico pediu um exame de sangue e constou que eu estava grávida novamentefiquei tão feliz, fiz o ultra-som no fim de março e escutei o coração delenossa chorei tanto me emocionei, já estou com 13 semanas sábado agora tenhooutro ultra-som mas espero que dê tudo certo acredito em Deus e sei que elenão vai me abandonar nessa hora de angustia e ao mesmo tempo de aflição.Quero dizer a essas pessoas que pensem bem antes de fazer qualquer tipo decrueldade com esse see indefeso que só veio porque vocês o fizeram, e tem queter capacidade de lutar para defender um inocente que não tem culpa de nada,porque da mesma maneira que vocês tiveram direito de vir ao mundo eles tambémtem.Por isso diga não ao ABORTO!!!!!!!!

Recebida em 13/05/05

Meu nome é PatríciaViturino, aos 8 meses de gestação eu deixei um testemunho a favor davida. Minha vida hoje é outra, já voltei a trabalhar meu filho Pedro já estacom 4 meses e o Pai dele o João, ainda não fala comigo, mais eu tenho certezade uma coisa ele não é o mesmo desde que conheceu o Pedro ele também o amamuito é tudo muito difícil mas Deus nos dá o frio conforme o nosso cobertor,se você que esta lendo isto agora e esta na duvida de fazer um aborto entre emcontato comigo de uma chance pra vida.

Meue-mail saiu errado da outra vez, este é o correto.

OBS: Outro testemunhoestá no dia 15/11/04

Recebida em 18/04/05

Estou grávida de 04 meses emeio e, gostaria de dizer a todas as mulheres que tem o grande dom de ser mãeque essa é a nossa maior benção e alegria: gerar um filho. Li algunsdepoimentos e chorei muito pelos abortos praticados. Meu filho é tudo de maissagrado que existe neste mundo, sim, porque ele já existe, apenas ainda nãoestá aqui, entre nós, presente... mas sim em meu ventre.

Quando engravidei, estavafazendo planos para no final desse ano (2005) engravidar e, confesso que noprimeiro mês fiquei muito confusa, achando que, se tivesse de escolher, nãoteria engravidado naquele momento, devido a tantos problemas a seremresolvidos. Não sentia a alegria de ser mãe, só enjôos e muita vontade dechorar. Hoje, posso dizer que sinto-me mãe e que meu bebê veio no momentocerto. Amem seus bebês desde o dia em que sentirem que estão grávidas.Conversem com eles, façam um carinho.. eles sentem tudo o que sentimos.

Lu

Recebida em 13/04/05

Gostariade contar minha experiência para que alguém precisar de ajuda é só me procurar no meu e-mail sou de Goiânia, tenho 17 anos e namoro ha 2 anos emeu namorado tem 21 anos.Tudo começou quando tive alguns pressentimentos e enjôos que eu poderia estargrávida; mas não queria acreditar nisso! contei para o meu namorado, ele falouq eu estava neurótica e cansada por causa dos meus estudos. Mas foi passandoos dias e eu falei que ia fazer o teste de gravidez de farmácia; quando pegueio resultado era positivo. Fiquei louca e desesperada, liguei para ele só queele falou que eu estava brincando e que não era verdade. Passou o natal ereveillon e eu só ficando enjoada, quando chegamos em Goiânia fui no médico efiz uma ultra som no dia 9/02/05 eu já estava de 9 semanas, para o meudesespero porque eu comecei entrar numa depressão e só chorava resolvi que iaabortar então arrumei 200 reais e ele 150 reais e ele comprou o remédiocitotec. Tomei 2 e coloquei 2 via transvaginal, só que não adiantou em nadaporque eu não fiquei do jeito que tinha que ter ficado com as pernas para cimae não podia andar. Nesse dia que tomei eu já estava com 3 meses e só sentiador por causa do remédio. Passou o tempo eu tomei um monte de remédio só quenão adiantou em nada. Ja estava com 17 semanas e contei para minha mãe paraver se ela me ajudava. Primeiro ela chorou muito e falou que era para eu sairde casa e ficou com muita raiva de mim; mas ela foi e comprou 6 citotec quecustou 350 reais e meu namorado nein ai para mim, ele só falava isso:" O QUEELA RESOLVER TA CERTO!!" isso me matava de raiva porque ele não tinha atitudenenhuma. No dia 7/02/05 as 18:00 h eu parei de comer e de beber água e só nodia 8/02/05 eu fui para casa dele e tomei 3 com meio copo de água e coloqueivia transvaginal 3 as 7:30 h eu deitei com as pernas para cima e fiqueienquanto isso o meu namorado foi jogar videogame e nem ligou para mim. As12:00 minha barriga começou a inchar e descer para baixo do umbigo e eu sósentindo dor e dor. Ate quando foi umas 15:00 meu namorado me levou para ohospital e eu comecei a desmaiar e passando muito mal, mas eu tinha que irpara outro hospital só que eu e meu namorado estava de moto então um casal melevou e meu namorado foi atrás quando eu cheguei no hospital uns 3 médicosveio me examinar e fizeram um ultra-som e me falou que estava tudo certo com obebe, eu entrei em desespero porque eu queria perder a criança, mas quando foi18:00 o médico foi me examinar, só que a bolsa estourou, a sensação que eutinha que eu queria ir no banheiro fazer xixi, o medico falou que eu estavatendo um aborto espontâneo, passou uns 15 minutos depois eu fui no banheirofazer xixi e o neném saiu em vez do xixi. Fiquei internada para fazercuretagem porque a placenta não saiu e eu fiquei perdendo sangue pois elaestava saindo aos poucos e eu não agüentava de dor, eles me deram umaanestesia e as 23:30h começaram a fazer a curetagem, eu não vi nada porquedormi. Acordei no dia 9/02/05 era umas 7:00 com uma rapaz do hospital tirandomeu sangue e tirando o soro que eu estava tomando, depois dormi de novo,acordei para lanchar e tomar banho porque eu estava toda suja de sangue, tomeibanho e quando foi as 13:00 h do dia 9/02/05 me deram alta do hospital,cheguei em casa minha mãe tava passando mal porque não tinha noticia minha eestava preocupada, meu namorado eu penso que ele não estava nem ai comigoporque ele não agia se eu não mandasse, e essa experiência serviu para eupensar um pouco sobre o meu namoro porque já esta desgastado e eu não tenhomas confiança nele porque meu irmão me contou que ele já estava aprontandocomigo como me traindo. Hoje dia 10/02/05 estou bem com minha mãe e meu irmãoe só tenho vontade de estudar e pensar no meu futuro, estou fraca ainda porqueparece que estou com anemia, mas alegre e com o corpo todo dolorido.

EU SOU A FAVOR DO ABORTO PORQUE MUITAS VEZES AS PESSOAS NÃO TEM CONDIÇÕES DECRIAR UMA CRIANÇA OU NÃO TEM MATURIDADE SUFICIENTE PARA SEREM PAIS.

se alguém precisar de uma ajuda pode me procura pelo o meu e-mail e eu me chamo mariana.

Recebida em 10/04/05

Olá, tenho 26 anos e resolvirelatar minha história para vocês. Mas prefiro permanecer anônima.

Sempre tive o sonho de sermãe, desde menina sonha com o dia em que pudesse engravidar.

Hoje sou casada a mais de umano, e resolvi parar de tomar anticoncepcional.

Achei que seria fácil ficargrávida, que logo no mês seguinte eu engravidaria. Não foi isso o queaconteceu, passaram-se sete meses até que fiquei gestante, foi muito bom,minha menstruação atrasou, fiquei muito enjoada e sonolenta, a cada enjôo quetinha eu parecia a mulher mais feliz do mundo, conversava com meu bebê,pensávamos como ele seria, que nome daríamos a ele e etc.

Quando estava com um poucomais de dois meses de gestação, eu estava em casa sozinha à noite, comecei asentir cólicas horríveis como se fossem cãibras em meu ventre, fui jádesesperada ao banheiro quando constatei que saía de dentro de mim um líquidotransparente e também comecei a sangrar intensamente, não consegui falar comninguém, nem com meu esposo nem com minha irmã, chorei muito e voltei aobanheiro o sangue não parava de sair, agora com bolas e pedaços de um tecidoesponjoso e as cólicas eram ainda mais fortes. Quando meu esposo chegou fomosao hospital mais já não adiantava mais, eu tive um aborto espontâneo, o meubebe que tanto eu queria foi embora de mim. Isto faz apenas duas semanas, eunão consigo pensar em outra coisa, parece que a minha vida ficou sem graça eeu não sei o que fazer.

Não consigo entender comomulheres que engravidam tão facilmente nas primeiras relações sexuaisconseguem tirar de dentro de si mesmas esta benção, esta graça que Deusconcedeu a elas.

Agradeço a atenção de vocês,precisava desabafar com alguém, pois meu marido não gosta que eu fale noassunto, parece que criamos um tabu dentro de casa.

Recebida em 31/03/05

Vou contar um pouco da minha triste historia,ocorreu no dia 01/03/05, tenho 23 anos e namoro a quase 7 anos, ela tem 22anos e nos damos muito bem. A historia ocorreu quando a menstruação atrasoupor 2 meses, aí ela me contou e entramos em desespero, estou no ultimosemestre da faculdade e passei quase 10 dias sem ir pra faculdade, choravamuito já estava com 10 semanas e + ou - 5 dias. Já era tarde, conversamosmuito sobre o assunto. Nem ela nem eu queríamos tirar, mas como pensávamos nofuturo tudo ia por água abaixo.Foi quando pesquisei na Internet e então resolvemos comprar o tal cytotec.Comprei com um amigo meu 4 por R$ 60,00 e umas folhas de chá pra ajudar(algodão e alumã) introduzi 3 (que dividi em 6, pois a moça do chá falou quenunca falhava quando dividia e que bebesse 1 junto com os chás que elareceitou) com o aplicador e dei um junto com o chá pra beber. Isso foi à 00:00e quando foi 01:00 ela sentiu o útero inchar e por incrível que pareça, elanão sentiu dor nenhuma, fiquei até com medo. Quando foi as 09:00 da manha, nósvimos o bebezinho sair choramos muito. Com 2 dias ela fez a curetagem e estatudo bem com ela, não sofreu nenhum dano, mas o remorso fica dentro de nós eresolvemos não tocar mais no assunto, pois a cada comentário, tudo pesa eacaba dando preocupação, depressão e culpa na consciência. Por isso pense 2 ou10 vezes antes de fazer algo. Ainda sofremos um bocado com essa situação.Pretinho.

Recebida em 30/03/05

Não sei se vocês são contra ou a favor doaborto, mas vou dizer uma coisa, eu sempre fui contra até quando eu tive quefazer um. É uma situação extremamente delicada, pelo menos no meu caso foi.Tenho 22 anos, moro no interior de SP e namoro há 1,5 ano, o meu ciclomenstrual sempre foi muito irregular e minha menstruação não vinha e eu nemligava. De repente comecei a sentir muito enjôo, muito mesmo, mas mesmo assimeu pensei meu pai tem problema de estomago então eu também tenho. Mas passou 2meses e nada, quando estava chegando no terceiro eu pensei to grávida. Fui nafarmácia comprei àquele teste, deu positivo, mas eu li naquela instrução,aguarde uma semana e realize o teste de novo se der positivo aí é batata.Esperei uma semana fiz o teste: Olhei e POSITIVO!!! Fiquei extremamentedesesperada em pânico. Comecei a pesquisar sobre aborto como uma louca efiquei sabendo do Cytotec, GENTE eu cheguei a comprar, mas comecei a lerdepoimentos de garotas que o usaram depois de 2 meses de gravidez e DESISTI.Mas aí em pensei eu não posso ter esse filho, eu comecei a fazer faculdadeesse ano e o meu namorado também, NÃO um filho agora não. Foi uma decisãomuito difícil, primeiro porque ninguém soube que eu estive grávida. Não conteipara o meu namorado, nem para minhas melhores amigas, para ninguém. Minhasorte que sempre penso em economizar, bendito dinheiro. Fiquei sabendo de umaclínica bem DECENTE, daí foi marcar o dia e tomar muita coragem para chegaraté lá, eu nunca fiz operação nenhuma aquilo tudo me dava um medo, mas mesmoassim pensei vamos até o fim. Quando cheguei no lugar era tudo tão bonito, oDr. Era muito legal, falou assim para mim: Vou cuidar de você que nem vocêfosse minha filha e não estou fazendo isso pelo dinheiro, mas porque acho quevocê tem todo direito de escolher se quer ou não ter um bebê, se ele vai seralgo bom ou um fardo. Depois disso fiquei bastante tranqüila, fui sedada e 1hora e meio depois já estava indo para casa. Eu não me arrependo do que eufiz, pelo contrario estou muito aliviada, aquelas duas semanas que eu nãoconsegui dormir um dia sequer traduziram-se em 12 horas de sono depois de terrealizado o aborto. Às vezes acho que meu erro está em não ter contado para omeu namorado, afinal o filho também era dele, mas desde que começamos anamorar ele sempre falou: A gente não vai ter filhos hein... Isso pesou muitona minha decisão.Peço perdão somente a DEUS, não para os homens para eles eu não devo nada.Mas uma coisa ficou transar sem usar MÉTODO CONTRACEPTIVO NUNCA MAIS! A genteacha que essas coisas nunca vão acontecer com a gente! (Prefiro ficar noanonimato) Muito obrigada.

Recebida em 25/03/05

Eu descobri que estavagrávida no dia 03 de Fevereiro de 2005 foi um choque pra mim contei para meunamorado que a principio ficou aborrecido e disse que não estava preparadopara ser pai e não queria ser, bom resumindo ele queria que fizemos o aborto eeu desesperada aceitei, comecei a procurar sites sobre aborto para saber maisdetalhes, bom cai no site de vocês li a carta de um bebê e isso me balançoumuito me emocionei, bom no dia 04 de Fevereiro fui com meu namorado que estavame dando apoio para comprar o citotec, meu coração doía muito e eu disse nosmeus pensamentos Senhor se for da sua vontade faça com que dê tudo certo e deutudo errado não consegui comprar o remédio que uma pessoa que sempre conseguiacomprar que foi com agente dessa vez essa pessoa não conseguiu, fui pra casafiquei quase a noite toda acordada, o pouco que consegui dormi sonhei com meufilho e que não era pra eu tirar e acabei desistindo no dia 05 de Fevereiromeu namorado sabendo da minha decisão me deixou e até hoje nos e-mails quetrocamos estamos brigando por meu filho, porque ele diz que essa criança daminha barriga não é dele mesmo sendo provado com DNA e nunca verá meu filho navida dele, nem eu, Resumindo minha estória através do site de vocês meucoração decidiu por ter meu bebê, através de vocês uma vida foi salva, eupassei para várias pessoas do meu trabalho a carta de um bebê. Gostaria muitoque vocês soubessem disso.Muito Obrigada, perdi um namorado mais acredito que meu filho tenha meescolhido para ser mãe dele.

Recebida em 17/03/05

QUE EU RESPONDEREI.

Recebida em 11/02/05

Gostaria de contar também a minha experiência.

Moro no RS e tenho 18 anos.

Namoro a 2 anos e meio e meu namorado tem 19anos.

Nósnão poderíamos ter o nosso bebezinho, nossos pais iriam nos odiar, os meus iamme expulsar, os dele não iriam querer a minha presença no apartamento deles. Eeu e o meu namorado não temos condições de morarmos sozinhos.

EU sou a modelo da família, a mais estudiosa, ajovem com o melhor emprego, a sortuda da família. Seria um escândalo nafamília se eu tivesse meu bebe agora.

Depois de muita pesquisa, muita troca de e-mailcom pessoas que vendem na Internet, resolvemos fazer o aborto usando o cytotec.Estávamos com medo de comprar via Internet pois poderíamos não receber, perderdinheiro e tempo.

Três amigas minhas sabiam, e o meu sogrodesconfiou da minha gravidez. Meu namorado contou, ele ficou abalado. Depoisque soube que eu também queria fazer o aborto, ficou mais tranqüilo.

Meu sogro se envolve com uma mulher de uma casanoturna, ela tinha o medicamento - R$ 150,00 5 comprimidos e o aplicador.

A mulher disse que eu tinha q ficar 2 dias semcomer: não agüentei, estava fraca, quinta feira (20/01) comi normalmente, nasexta só almocei, mas a noite comi um pedaço de carne.

Estava com medo, o momento se aproximava. Tudoestava dando certo: os pais do meu namorado não estavam, ficamos sozinhos noapartamento deles. As 10 da noite do dia 21/01 comecei a chorar, meu namoradopediu pra fazermos outro dia, ou não fazermos mais. Mas eu dizia q tinha q serfeito. As 23:30 amassamos os 3 comprimidos (como a mulher nos disse) ele pediuse eu precisava de ajuda pra pôr, eu disse que não, fechei a porta do quartodele, peguei o aplicador e introduzi na minha vagina, ele bateu na porta,pediu licença, entrou. Me deu os outros 2 com água e eu ingeri. Ergui aspernas sobre a cabeceira da cama e ele ficou lá comigo. As dores começaram, euestava com sede (mas não podia beber nada, pois não podia urinar), as doresaumentavam, o tempo não passava.

Derepente meu coração disparou, comecei achorar, fiquei com medo de uma parada cardíaca... acalmou. Era 3:00 da manha enada, ligamos pra mulher novamente, ela também ficou preocupada (pois umaoutra mulher passou 3 dias tendo dores), eu já não agüentava mais, precisaurinar, fui ao banheiro, urinei e tive uma diarréia, saiu uma pekenaquantidade de sangue.

As dores pararam, me preocupei mais: e agora? Senão sair, vai ficar tudo lá dentro.

Não agüentávamos de tanto sono, cochilamos.Derepente senti minha calcinha molhada, chamei meu namorado bem rápido: lêligou a luz, eu estava ensopada de sangue (mas não lembramos de por algo entremim e o lençol): tudo estava sujo: meu pijama, o lençol o colchão. Fiqueiapertando a roupa contra a minha vagina enquanto ele corria pegar papeltoalha.... fiquei em pé e o sangue escorria pelas minhas pernas - no carpetesinais de sangue. Quando cheguei no banheiro, sem pensar fiquei embaixo dochuveiro (devia ter sentado na privada) apenas deu tempo de fechar o Box(ainda que deu tempo). As 4 horas o meu filhou saiu, morto

BOLAS DE SANGUE SAÍRAM, BOLAS E BOLAS, ASPAREDES DO BANHEIRO ESTAVAM VERMELHAS, O BOX TRANSPARENTE TAMBÉM, PARECIA UMFILME DE TERROR NO CANTO DO BANHEIRO EU VI O MEU BEBEZINHO, TAO PEQUENO QUE EUMATEI!!!!!!!!! ENTREI EU PÂNICO QUANDO O VI. MEU NAMORADO CORREU PARA VER OQUE ACONTECIA, VIU O BEBE E CHOROU TAMBÉM. ME SEGURAVA PRA QUE EU NÃO OLHASSEMAIS, ESTAVA EM PÂNICO, ENQUANTO ELE BUSCAVA A TOALHA, EU CHUTEI O MEU FILHOPRA DENTRO DO RALO!!!!!!!!!!!!

Pegamos meu pijama e o lençol sujo e colocamosnum balde com sabão. Pegamos detergente e limpamos o colchão que ainda ficoumanchado, o carpete limpamos também, eu tinha que repousar, caminhava pra todolado, as 7 da manhã deitamos um pouco... eu dormi, acordei e meu namorado nãoestava comigo, era 9:45 da manha, ele estava na sala desde as 8.

Assistimos tv, depois fizemos almoço, o irmãodele estava dormindo, acho que ouviu meus gritos durante a noite.

Ontem minha sogra viu a mancha no colchão:precisa transar com a namorada menstruada??? Menos mau que não desconfiou.

Estou muito pálida nesse ultimo dias, apesar deestar me alimentando direito. Pareço uma morta, deveria estar, não o meu bebe

Hoje não consigo mais sorrir, já tivedepressão, acho que vou me envenenar, não agüento mais isso, não posso maisentrar naquele banheiro, quando vejo bbs eu corro me esconde pra chorar,queria o meu bebe de volta, é isso que eu repito a noite, não consegui dormirdireito, ouço choro de criança, me lembro do que fiz, talvez esse seja o meucastigo: sofrer tudo o que venho sofrendo. Mas seu mereço isso. Se alguémquiser entrar em contato:

Recebida em 27/01/05

Meu nome é Anna Carolina e tenho 16 anos.

Sempre tive o sonho de ser mãe, desde muito nova.A pouco mais de 8 meses comecei a sair com um cara de 19 anos, sempre tive emmente que não era com ele que eu queria ter filhos, afinal não o amava. Mas oindesejado (até então) aconteceu, soube a 2 semanas que estou grávida, noprimeiro momento tive vontade de tirar esse problema de mim, foi então que mevi sozinha e desamparada. Contei para uma amiga minha com a mesma idade, elalogo tratou de tirar essa idéia insana da minha cabeça, pesquisou muito sobreo aborto e então me mandou várias fotos de bebes abortados e métodos usados eao final me perguntou, " Então Carol, é esse o final que você quer para seufilho?" Sei que ela pode me dizer o que fazer, afinal esteve nessa situação equis ter o bebe, mas a gravidez de risco não conseguiu chegar ao fim, esse éseu maior trauma, me disse que se sentiu incapaz de proteger o filho, mas nãofoi isso, nada foi culpa dela. E eu comigo pensei... Essa criança dependeinteiramente de mim, mas não sou eu que devo julgar se ela pode ou não vir aomundo. Essa mesma amiga minha me deu um exemplo de uma amiga dela que tinhatido uma filhinha com 14 anos, a Julia... É a coisa mais linda, seus olhinhosazuis são bem vivos e alegres... Hoje ela ta com quase 2 aninhos... E mesmotendo sido fruto de um estupro a mãe de Julia teve a grandeza de aceitá-la edeixá-la vir ao mundo e hoje é a coisa que ela mais ama, agradece todos osdias por Tê-la. Julia foi também um incentivo a mais para a mãe dela, vistoque a avô de Julia havia morrido meses antes. Foi essa historia que me feztirar forças de onde eu não tinha para enfrentar toda a situação e criar o meufilho. Essa mesma amiga que contou para minha mãe e para meu padrasto o quehavia acontecido, fiquei com muito medo da reação. No primeiro momento areação foi de choque, e depois de aceitação, em nenhum momento foi cogitado oaborto desse meu bebe por eles. Agradeço todos os dias por DEUS ter posto essamenina no meu caminho e me feito desistir de assassinar meu filho. É muito bompoder senti-lo dentro de mim, mexendo... Sempre que converso com ele sinto elemexendo mais forte... como se quisesse me dizer.." Viu mamãe, eu to aquidentro de você e vou te amar muito que nem você me ama... Obrigado por medeixar viver.." Não sou que decido isso, é DEUS meu anjinho... O Cara que euestou saindo é apaixonado por mim, ficou muito feliz ao saber que seria papaie eu a mamãe do filhinho dele.Estou quase completando 4 meses de gestação, a poucos dias soube que será umamenininha e se chamara Letícia, e logo poderei sentir sua cabecinha quentinhaem meu rosto, seu chorinho... Segurar sua mãozinha e tocar seu rostinho...Como é bom tê-la minha filha Leticia... Mamãe te ama mais que tudo nessa vidae te darei tudo que eu pude ter. Todo carinho e amor desse mundo... Seu pai eeu estamos a sua espera...Hoje fui comprar a outra parte de seu enxoval. Curtindo muito, sem pensar nadura batalha que estar por vir... Agradecendo o Bônus e encarando o Ônus porser irresponsável e tê-la na minha vida... Minha filha é a minha filha e não mais um problema a ser resolvido.A você que fez um aborto, não a julgo... Só deus pode fazer isso. E você jáestá pagando pelo resto de sua vida, com o peso de ter tirado a vida de umfilho teu. Nada justifica, nem o medo da reação de todos, nem estar confusa,nem não ter pai para criar, passei por isso tudo e estou aqui com meu bebe, ecertamente não sou nem melhor nem pior do que você. A você que pensa em fazer.Pense no teu filhinho, desprotegido e com medo daquele objeto que quer"pegá-lo" e aos poucos vai tirando sua vidinha... Isso não é justo... É umapessoa como você, nem mais nem menos...De a ele o direito de vir ao mundo comovocê veio... E não de ser jogado no lixo ao lado de vários outros filhos demães irresponsáveis... A você que esteve prestes a fazer, como eu que chegueia estar com o remédio em mãos e não fez... Parabéns, você já um vitoriosa e sótem a ganhar apesar das dificuldades que estão por vir...Sou uma adolescente de família, bonita que poderia estar aproveitando, masoptei por arcar com meus erros, não sou exemplo de nada... Mas não matei meufilho, não pensei só em mim que terei meus sonhos adiados ou nem realizarei...Pensei na Letícia... se quiser saber algo mais...

Agradeço o espaço... Minha filha, mamãe te ama !!!!!!!!! Mari, obrigada, devoa vida dela a você!!! Obrigada a minha mãe que me apóia todos os dias... Aminha irmã que ta sempre me dando força... Meu padrasto que ta sempre disposto a me ouvir e arcar com as despesas, que são muitas as de um bebe... Eao meu pai que lá do céu me manda energias positivas e vontade de continuar...Ao DEUS que não me desamparou !!!!!

Recebida em 27/01/05

Não desejo anonimato. Egostaria que publicassem meu testemunho, creio que essa história vai mudar aopinião de muitas mulheres / adolescentes que pretendem praticar um aborto.

Me chamo Vivian, tenho 26anos e sou casada a 4 anos. Eu e meu marido, hoje com 28 anos, namoramosdurante 5 anos, começamos a namorar em 1996 e nos casamos em 2000. O maiorsonho da vida dele sempre foi ter filhos. Eu confesso que meu desejo de sermãe não era tão intenso como o desejo dele de ser pai, sempre pensei na minhafaculdade de Direito (curso o 3º ano). Minha intenção era terminar a faculdadee depois ter 2 filhos. Meu marido concordava e respeitava minha opinião. Deuns tempos para cá, alguma coisa dentro de mim dizia "você precisa de um bebê,está na hora de ser mãe!!!". Por coincidência, uma amiga de trabalho perdeuuma filhinha de 7 meses, por problemas de formação / genética. Foi o piorfuneral que estive presente em toda a minha vida: um caixão branco, com 1metro de comprimento, descendo no centro do crematório com uma música fúnebreao fundo. Naquele momento jurei que nada, nenhuma faculdade e nenhuma opiniãode quem quer que fosse me impediria de ter meu bebê. Na verdade, meu maiormedo era que o tempo passasse e eu tivesse mais dificuldades de levar minhagestação, já que hoje tenho 26 anos e todos dizem que a primeira gestação demulheres com mais de 30 anos são mais complicadas.

Alguns dias depois, umaoutra amiga de trabalho também perdeu o bebê: com menos de 20 semanas, foi umaborto espontâneo. Fiquei ainda mais assustada, não conseguia entender porqueas mulheres que desejam tanto ter filhos passam por esse tipo de sofrimento.

Nesta mesma semana, emnovembro/2004, decidi parar de tomar a pílula anticoncepcional, e não aviseimeu marido: queria lhe fazer uma surpresa. Foi o que aconteceu, no começo dedezembro fiz o teste de farmácia e vi o resultado 'positivo'. Nem podiaacreditar que pudesse ser tão fácil, e estava muito feliz e realizada. Toda aminha família explodiu de alegria, a família dele também, o amigos em comum eos colegas de trabalho fizeram a maior festa. Realmente foi o melhor presentede Natal que poderíamos ganhar. Ganhei roupas e brinquedos para meu bebê, ecomecei a bordar o enxoval.

Infelizmente minhagravidez teve complicações desde o começo, tive sangramentos desde a 5ª semanade gestação e tive de ficar de repouso. Mesmo com todos os medicamentos,tratamentos e repousos, o sangramento voltou em janeiro, dia 20/01. Passei emconsulta no hospital e recebi a notícia mais triste de toda a minha vida:estava abortando meu bebê tão querido. A essa altura eu estava grávida de 2meses e o aborto era inevitável, já que o feto não tinha desenvolvido e nãoapresentava batimentos cardíacos.

Nesse dia, a médicaplantonista disse que o procedimento seria o seguinte: tomar medicação (citotec)para dilatar o colo do útero e fazer a curetagem. Me recusei a fazer esteprocedimento, e aguardei um contato com minha médica que diria o que fazer.

A pedido da minha médicame deram alta do hospital e fui para casa, para aguardar o abortamentoespontâneo. Já em casa, as dores e cólicas aumentaram. Nunca tinha sentido umador daquelas em toda a minha vida: doía mais o meu coração do que meu corpo.Foi quando pedi a Deus que, se meu bebê não era para ser meu, então que Ele olevasse naturalmente: assim como engravidei sem medicamento algum, nãogostaria de tomar nenhum medicamento para ajudar no aborto, nem para dilatar ocolo do útero... Tenho certeza de que Deus me ouviu e meu organismo expulsounaturalmente o embrião, já com 2 meses. A dor saiu do meu corpoinstantaneamente, mas meu coração sangra sem parar. Isso aconteceu a 2 diasatrás, e hoje procuro não pensar... Tive um aborto espontâneo completo, e, opior de tudo: SEM QUERER.

A minha mensagem é:"NINGUÉM É PERFEITO O SUFICIENTE PARA TE JULGAR".

Se você engravidou, foicom a permissão de Deus. Somente Ele sabe se você tem condições de criar estacriança. Nada faltará a você e muito menos ao seu bebê, se você amá-lo edesejá-lo com todas as suas forças. Desde o primeiro momento que existe afecundação, a formação do embrião e o desenvolvimento do bebê, esta criança jásabe que é sua e vai te amar mais do que tudo na vida.

DESEJAR é diferente dePLANEJAR.

De você não desejou agravidez, mas engravidou...passe a DESEJÁ-LA. Com certeza as coisas ficarãomais fáceis.

A pior dor que existe éDESEJAR e NÃO TER.

Não jogue no lixo umdesejo de milhares de mulheres do mundo, assim como eu: DESEJEI MEU FILHO COMTODAS AS FORÇAS DO MUNDO. Mas ele não foi meu. E só Deus sabe o motivo.

Recebida em 25/01/05

Oi eu prefiro na meidentificar apenas contar minha historia estou grávida de 2 meses do meu noivoestamos juntos a mais de 1 ano e a única coisa que ele me deu esses últimosmeses é o famoso remédio (cytotec) ja tomei 8 comprimidos e já coloquei 8 nototal de 4 cartelas fora os chãs abortivos que já tomei e sinto fortescontrações e muito sangramento mais meu amor pela minha filha segura eladentro de mim digo filha pois sinto que é uma menina toda vez que tomo esseremédio é como se tivesse matando um pouco de mim choro muito mais graças adeus fiz a ultra e o medico disse que apesar de tudo estar tudo bem com o meubebe agora meu noivo inventou de fazer sonda mais agora terei força e direi oque já deveria ter dito a muito tempo NÃO.

Recebida em 21/01/05

Oi, eu tenho 22 anos. Aos 18anos eu conheci um rapaz depois de uma balada estava embriagada, fomos pracasa dele, passamos a noite lá. E eu continuava a minha vida normal, tivemosapós aquela noite, mais dois contatos apenas. Meu ciclo menstrual sempre foicerto, até que minha menstruação começou a atrasar, daí eu comecei a ficarpreocupada, foi então que eu comecei a pensar em gravidez, resolvi ir aomédico e pedi um exame, fiz o exame mas eu não acreditava que estaria grávida.Quando peguei o exame que eu vi o resultado, foi um choque (positivo), o mundodesabava na minha cabeça, eu era tão jovem como seria mãe, e o pior seriacontar para os meus pais. Cheguei em casa e dei a noticia para a minha mãe elaficou muito brava comigo claro, meus amigos falaram para eu abortar, porqueaquela criança só ia atrapalhar a minha vida. Mas eu pedi muito a Deus que medesse força porque eu ia até o fim com essa gravidez, e assim fiz, passei malnove meses, meu filho estava passando da hora de nascer, mas eu não mearrependo em nem um instante, hoje ele é a razão do meu viver, é lindo. O painão assumiu, mas luto por isso na justiça. Meu filho é a minha vida. Pensamque acabou? Essa foi uma história de coragem, agora eu tenho uma história decovardia.

Meu filho já estava com 2anos e meio, quando por acaso novamente eu engravidei. E o pior de uma pessoairresponsável outra vez. Mas a minha mãe já tinha deixado bem claro, que se euengravidasse de novo daquele jeito ela iria me colocar pra fora de casa, eu vique não podia ter aquele filho. Eu fui contar para o rapaz e entramos numacordo de tirar a criança, eu ia comprar o cytotec, ele me deu a metade eu fuilá e comprei esse maldito remédio. Estava de quase três meses. A noite eutomei quase morri, cheguei a desmaiar passei muito mal, tudo isso sofrisozinha, até que começou a sangrar, fui ao banheiro e vi que meu filho estavasaindo ali, nesse dia começou meu sofrimento. Já faz três meses que eu cometiesse ato horrível e ainda sofro muito com isso, todos os dias me lembro disso,hoje eu estaria de seis meses, eu me sinto um monstro.

Quero que esse depoimentoajude alguém que queira cometer esse ato. Não façam isso.

Quero ficar no anonimatoObrigada

Recebida em 09/01/05

Oi meu nome é Gabirella tenho19 anos e fiquei muito comovida com esse site e por isso resolvi dar o meutestemunho...

Aos 14 anos engravidei maisnem me passou pela cabeça de abortar, era novinha bobinha, achava que seriamuito fácil, meus pais me apoiaram, apesar de ser mãe solteira. Depois de 2anos conheci uma pessoa por quem me apaixonei perdidamente e num ato deirresponsabilidade engravidei novamente, dessa vez não queria pois já sabia dabarra que era ter um bebê, isso é uma coisa pra vida inteira, você nunca vaipoder se desfazer de um filho, por isso não queria, o pai do bebê deixou adecisão na minha mão, disse que queria a criança mais que a escolha era minha,já tínhamos falado com a mãe dele que iria me levar numa clínica de aborto, sóque ela de jeito nenhum conseguia achar a pessoa que tinha o tel do tal lugar.Um certo dia briguei com minha irmã que com raiva contou pra minha mãe do queestava acontecendo, minha mãe quase teve um troço, ficou muito mal e tambémdeixou a decisão nas minhas mãos, já estava decidida não tinha nem 2 meses, amãe do meu namorado resolveu me dar alguns chás que num livro de ervas diziaserem abortivos, menos mal pelo menos não teria que deixar nenhum estranho mecortar, não adiantou em nada, não desceu e nada de acharmos a clínica, daí amãe dele resolveu fazer uma outra proposta, nos ajudaria a casar e nos dariaaté uma casa, nem pensei e respondi que não, então ela disse que não meajudaria mais. Eu conhecia um outro remédio abortivo o qual corrói o útero nãopensei 2 vezes e comprei a venda é proibida mais uma amiga minha trabalhava nafarmácia, foi fácil. Coloquei o remédio sem contar pra ninguém nem pro meunamorado que também já era contra o aborto, senti fortes dores e resolvi ficardurante o tempo que duraria aquilo na casa de uma vizinha minha que faziaenfermagem, ao chegar lá ela que não sabia do aborto me disse assim - Vem aquiver a foto mais linda do mundo inteiro, fui sem nem imaginar o que poderiaser, ao chegar no micro ela abriu o e-mail dela e lá estava a história daquelamãe que teve que optar pelo aborto do seu bebê por correr riscos de vida e quena hora do aborto o bebê tirou a mãozinha pra fora do utero e segurou a mão domédico, com apenas algumas semanas de diferença do meu. Quando vi aquiloquase desmaiei, me senti um monstro foi horrível, só Deus sabe o que eusenti, na mesma hora fui pra minha casa me sentei no vaso com uma dor horrívelchorava igual criança pedindo pra deus me ajudar e não me deixar perder meubebê COMECEI A SANGRAR MUITO mas de repente parou e não vi no sangue nadasemelhante a um feto, fiquei mais aliviada, contei pro meu namorado que quaseterminou comigo, minha mãe não sabia o que dizer pois foi uma decepção muitogrande pra ela, depois, já com 4 MESES ESTAVA COM MEU NAMORADO JÁ NA NOSSACASA morando juntos, e comecei a sangrar muito não parava tinha certeza quemeu bebê estava indo embora o pai dele começou a chorar muito me levaram prohospital e lá disseram que eu tive um começo de aborto mais graças a Deus nãohavia perdido meu bebê e pra melhorar fiz o 1º ultra-som e vi que apesar deter judiado tanto do meu bebê ele tava lá lindo e forte e deu até pra ver osexo o que desde dia que atrasou minha menstruação eu já sabia uma menina a 2ºpor sinal, em função do remédio que usei senti contrações a partir dos 5 mesessempre tinha de ir ao médico mais nada de grave, foi pouco meu sofrimento comdores de parto durante quase um mês, foi pouco sofrimento pra um monstro quequase arrancou a vida de um indefeso bebezinho, se não fosse ela não sei o queseria da minha vida, hoje sei o que é ser mãe sei o que é amar e sentirrealmente medo de perder uma pessoinha tão querida, ao entrar nesse site e veraquelas fotos me deu uma dor no peito, uma vontade imensa de ver minha bebê eao chegar em casa a abracei tão forte, Deus sabe o quanto me doeu ver aquelasfotos e imaginar que poderia ser minha Lola ali, hoje minha Lola tem 1 ano e 3meses e é nosso xodó se eu pudesse enviaria aquela foto do bebê segurando amão do médico pra todas que estão passando por esse dilema, é difícil, maisDeus não escolhe os capacitados mais capacita os escolhidos, ele não vai daruma carga que você não possa suportar e se você pensa que será difícil ele tehonrará se você fizer a escolha exata, pense no bebê não tem coisa maisgostosa do que poder sentir que alguém te ama sem nenhum interesse e saber queexiste alguém que depende de você. Agradeço ao Deus Altíssimo pela graça deter minha Lola, e peço misericórdia a ela por todas essas mães cruéis. AnaCaroline e Sara Gabrielli a mamãe ama vocês...

Recebida em 08/01/05

abortostest2005



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